sĂĄbado, 27 de junho de 2026
quinta-feira, 18 de junho de 2026
minha ANĂLISE DO PAPEL DE ANGOLA PERANTE OS DESAFIOS E OPORTUNIDADES DA TRANSIĂĂO ENERGĂTICA NO CONTEXTO DA ĂFRICA AUSTRAL
Link para Download https://we.tl/t-duM0WX7P8visTiao
Trabalho de Fim de Curso de PĂłs-graduação em Direito e GestĂŁo de NegĂłcios de PetrĂłleo e GĂĄs, frequentado com ĂȘxito na UAN (Universidade Agostinho Neto), Faculdade de Direito, CEJES (Centro de Estudos de CiĂȘncias JurĂdico-EconĂłmicas e Sociais), Junho 2025-Abril 2026.
Obrigado đ
sĂĄbado, 6 de junho de 2026
sĂĄbado, 16 de maio de 2026
" Se a pessoa nĂŁo tem ego a humildade nĂŁo Ă© verdadeira, nĂŁo Ă© Ăștil", Maria JoĂŁo Pires
terça-feira, 5 de maio de 2026
segunda-feira, 4 de maio de 2026
Benguela. Ainda
sĂĄbado, 2 de maio de 2026
Flagrante de um encontro com o pesquisador AristĂłteles Kandimba 'Toti'
sexta-feira, 1 de maio de 2026
CrĂłnica | NĂO VOU AO TRABALHO, VOU Ă FESTA
Benguela teve sempre muito boa gente com quem travar um bom papo. E tem o Duda. Adão Faustino. Mente brilhante, humor q.b, timbre preenchido, jornalista, locutor (que só peca pela preguiça), diplomata, enfim, daqueles perfis que dão muito trabalho de traçar. E hoje é feriado, ainda por cima.
Num desses dias que jĂĄ lĂĄ vĂŁo, lĂĄ vou eu ao aeroporto onde fabricava o meu pĂŁo de cada dia no acolhimento de passageiros, modo motivação na escala de zero. Vindo das paixĂ”es de rĂĄdio e ONGs, aviação Ă© rotineira demais. E freio o velhote rabo de pato, que ainda dĂĄ tempo, no local do costume. CafĂ© da Cidade. SaĂșdo um Duda energĂ©tico, como sempre.
Por aĂ uma hora de prosa, mais coisa, menos coisa, despeço-me. Companheiro, o dever chama. Vou trabalhar. E ele logo corrige. “NĂŁo digas vou ao trabalho. Diz, antes e sempre, vou Ă festa!”. A combinação directa entre trabalho e festa Ă© de caçar sentido. Como assim?! Sou obrigado a sentar-me outra vez.
Viver dĂĄ trabalho, trabalhar dĂĄ vida. Essa transacção cimenta a sociedade, que mais nĂŁo Ă© do que a soma do que cada indivĂduo faz ou deixa de fazer, por obrigação logĂstica, por prazer, por vontade de subir na pirĂąmide social, por medo de ser mal encarado, enfim. Mas daĂ a ser festa?! Dia do trabalhador. Mas qual? Conta prĂłpria ou de outrem?
1.Âș de Maio Ă© uma data de despertar memĂłrias coloridas para geraçÔes que ainda vivenciaram uma pontinha que fosse do proletariado. Mas pode muito bem ser um dia absolutamente inĂłcuo como qualquer outro, com a vantagem apenas de nos brindar com aquela folga remunerada ao trabalhador (que nĂŁo labore por turnos). Este ano atĂ© sabe a dobrar, apanha logo uma sexta-feira e venha a nĂłs o bom do feriado prolongado.
Que me lembre, nunca desfilei num naqueles cortejos alegĂłricos do Dia do Trabalhador, onde nĂŁo acho iguais Ă minha mĂŁe camponesa. Talvez por ter ingressado muito cedo, com 14 anos, aprendiz de fotĂłgrafo na Foto Kodak, do mestre OctĂĄvio Lopes Chimango, no Lobito para sustentar os estudos na 7.ÂȘ classe. Consta que este ano o litoral de Benguela, ainda a se refazer das feridas das cheias que desalojaram e enlutaram milhares de famĂlias, optou por cancelar os festejos do 1.Âș de Maio. Que a tradição prevaleça logo que possĂvel.
E tem razĂŁo a filosofia segundo o Duda. Se passamos metade da nossa vida a trabalhar e praticamente todas as horas Ășteis do dia nos consomem no local de trabalho, longe de quem nos quer e quem queremos pertinho dos afectos, melhor serĂĄ que encaremos o trabalho como festa. HĂĄ-de cansar menos. De outro modo torna-se insuportĂĄvel para a saĂșde mental. NĂŁo digas vou ao trabalho; diz, antes e sempre, vou Ă festa.
Gociante Patissa | Lisboa | 01 Maio 2026 | www.angodebates.blogspot.com
segunda-feira, 27 de abril de 2026
O Pensamento Agostinho Agostinho Neto (excerto)
“O povo, a base de todas as manifestaçÔes de arte, Ă© em Ăfrica constituĂdo pela massa indĂgena e Ă© nela que terĂĄ de alicerçar-se qualquer produção artĂstica duradoura. Logo que haja um conhecimento mais humano das realidades espirituais, Angola acabarĂĄ por «descobrir-se» em seu benefĂcio e, certamente, no de todo o ImpĂ©rio. A nĂŁo ser que nĂłs, os angolanos, prefiramos continuar a repetir mal o que jĂĄ foi dito sobre Vasco da Gama, a narrar aventuras de caça ou incluir quimbundo nos versos para lhes dar um ar «africano»
Agostinho Neto, in MEMORIAL Investigação, Arte e Cultura | Ano II - NÂș 4, Dez. 2023, p. 8-9, Revista Semestral













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