quinta-feira, 18 de junho de 2026

minha ANÁLISE DO PAPEL DE ANGOLA PERANTE OS DESAFIOS E OPORTUNIDADES DA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA NO CONTEXTO DA ÁFRICA AUSTRAL


Link para Download https://we.tl/t-duM0WX7P8visTiao

Trabalho de Fim de Curso de PĂłs-graduação em Direito e GestĂŁo de NegĂłcios de PetrĂłleo e GĂĄs, frequentado com ĂȘxito na UAN (Universidade Agostinho Neto), Faculdade de Direito, CEJES (Centro de Estudos de CiĂȘncias JurĂ­dico-EconĂłmicas e Sociais), Junho 2025-Abril 2026. 

Obrigado 🙏

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sĂĄbado, 16 de maio de 2026

" Se a pessoa nĂŁo tem ego a humildade nĂŁo Ă© verdadeira, nĂŁo Ă© Ăștil", Maria JoĂŁo Pires


HĂĄ um grande equilĂ­brio entre o ego e a humildade. Se a pessoa nĂŁo tem ego a humildade nĂŁo Ă© verdadeira, nĂŁo Ă© Ăștil. Se a pessoa sĂł tem ego e nĂŁo tem humildade nenhuma, se se acha o melhor de todos, tambĂ©m estĂĄ a falhar. (Maria JoĂŁo Pires, pianista portuguesa. In MĂĄxima, 15.05.06)

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segunda-feira, 4 de maio de 2026

Benguela. Ainda

 
Benguela. Enfim. Aqui. Em mim. A porta. A volta. Piada. Adiada. preço. Espesso. Memória que pensa, suspensa pulsa. Benguela. Ainda

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sĂĄbado, 2 de maio de 2026

Flagrante de um encontro com o pesquisador AristĂłteles Kandimba 'Toti'

"Olomunda ka vilisangi; omanu valisangasanga" (sĂł as montanhas nĂŁo se encontram; pessoas encontram-se, diz o adĂĄgio Umbundu). Eis um flagrante de um encontro casual (o primeiro em pessoa tambĂ©m) com o acadĂ©mico AristĂłteles Kandimba 'Toti', um cĂ©rebro inquieto pelas causas da nossa matriz cultural africana emprestado Ă  diĂĄspora hĂĄ vĂĄrios dĂ©cadas. É autor de livro sobre significados de nomes Africanos em Angola (onomĂĄstica e antropologia), de resto um campo que nĂŁo Ă© dos institucionalmente mais bem geridos, com os serviços de registos e identificação a ocuparem o maior dos pecados (Ă  luz da contumĂĄcia do legislador que dorme sono tranquilo em beber do Cuanza e pagar em Kwanza, resquĂ­cios da "cultura/civilização superior" da outra senhora). NĂŁo trocĂĄvamos impressĂ”es hĂĄ coisa de uma dĂ©cada. Foi bom. Um abraço, compatriota

🇩🇮
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sexta-feira, 1 de maio de 2026

Crónica | NÃO VOU AO TRABALHO, VOU À FESTA

O CafĂ© da Cidade Ă© aquele local aonde nos vamos sentar e consumir algo que por acaso temos de sobra em casa. Um chĂĄ, um cafĂ©, um galĂŁo (antes fosse superlativo de galo) ou um pĂŁo que fermenta de cĂȘntimos para milhares no assalto ao pacato bolso (nem a vaca ou o porco anuiriam. Sandices, pronto). Claro estĂĄ que nĂŁo Ă© sobre comeres e beberes; Ă© sobre encontros e reencontros, aquela prosa antes, durante e apĂłs o trabalho.

Benguela teve sempre muito boa gente com quem travar um bom papo. E tem o Duda. AdĂŁo Faustino. Mente brilhante, humor q.b, timbre preenchido, jornalista, locutor (que sĂł peca pela preguiça), diplomata, enfim, daqueles perfis que dĂŁo muito trabalho de traçar. E hoje Ă© feriado, ainda por cima. 

 

Num desses dias que jĂĄ lĂĄ vĂŁo, lĂĄ vou eu ao aeroporto onde fabricava o meu pĂŁo de cada dia no acolhimento de passageiros, modo motivação na escala de zero. Vindo das paixĂ”es de rĂĄdio e ONGs, aviação Ă© rotineira demais. E freio o velhote rabo de pato, que ainda dĂĄ tempo, no local do costume. CafĂ© da Cidade. SaĂșdo um Duda energĂ©tico, como sempre. 

 

Por aĂ­ uma hora de prosa, mais coisa, menos coisa, despeço-me. Companheiro, o dever chama. Vou trabalhar. E ele logo corrige. “NĂŁo digas vou ao trabalho. Diz, antes e sempre, vou Ă  festa!”. A combinação directa entre trabalho e festa Ă© de caçar sentido. Como assim?! Sou obrigado a sentar-me outra vez.

 

Viver då trabalho, trabalhar då vida. Essa transacção cimenta a sociedade, que mais não é do que a soma do que cada indivíduo faz ou deixa de fazer, por obrigação logística, por prazer, por vontade de subir na pirùmide social, por medo de ser mal encarado, enfim. Mas daí a ser festa?! Dia do trabalhador. Mas qual? Conta própria ou de outrem?

 

1.Âș de Maio Ă© uma data de despertar memĂłrias coloridas para geraçÔes que ainda vivenciaram uma pontinha que fosse do proletariado. Mas pode muito bem ser um dia absolutamente inĂłcuo como qualquer outro, com a vantagem apenas de nos brindar com aquela folga remunerada ao trabalhador (que nĂŁo labore por turnos). Este ano atĂ© sabe a dobrar, apanha logo uma sexta-feira e venha a nĂłs o bom do feriado prolongado.

 

Que me lembre, nunca desfilei num naqueles cortejos alegĂłricos do Dia do Trabalhador, onde nĂŁo acho iguais Ă  minha mĂŁe camponesa. Talvez por ter ingressado muito cedo, com 14 anos, aprendiz de fotĂłgrafo na Foto Kodak, do mestre OctĂĄvio Lopes Chimango, no Lobito para sustentar os estudos na 7.ÂȘ classe. Consta que este ano o litoral de Benguela, ainda a se refazer das feridas das cheias que desalojaram e enlutaram milhares de famĂ­lias, optou por cancelar os festejos do 1.Âș de Maio. Que a tradição prevaleça logo que possĂ­vel.

 

E tem razĂŁo a filosofia segundo o Duda. Se passamos metade da nossa vida a trabalhar e praticamente todas as horas Ășteis do dia nos consomem no local de trabalho, longe de quem nos quer e quem queremos pertinho dos afectos, melhor serĂĄ que encaremos o trabalho como festa. HĂĄ-de cansar menos. De outro modo torna-se insuportĂĄvel para a saĂșde mental. NĂŁo digas vou ao trabalho; diz, antes e sempre, vou Ă  festa.

 

Gociante Patissa | Lisboa | 01 Maio 2026 | www.angodebates.blogspot.com  

 


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segunda-feira, 27 de abril de 2026

O Pensamento Agostinho Agostinho Neto (excerto)

“O povo, a base de todas as manifestaçÔes de arte, Ă© em África constituĂ­do pela massa indĂ­gena e Ă© nela que terĂĄ de alicerçar-se qualquer produção artĂ­stica duradoura. Logo que haja um conhecimento mais humano das realidades espirituais, Angola acabarĂĄ por «descobrir-se» em seu benefĂ­cio e, certamente, no de todo o ImpĂ©rio. A nĂŁo ser que nĂłs, os angolanos, prefiramos continuar a repetir mal o que jĂĄ foi dito sobre Vasco da Gama, a narrar aventuras de caça ou incluir quimbundo nos versos para lhes dar um ar «africano»


Agostinho Neto, in MEMORIAL Investigação, Arte e Cultura | Ano II - NÂș 4, Dez. 2023, p. 8-9, Revista Semestral

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A Voz do Olho Podcast, EP1, Temp 2

Gociante Patissa recita poema "Alugam-se velhos" na RTP África

A Voz do Olho Podcast

[åudio]: Académicos Gociante Patissa e Lubuatu discutem Literatura Oral na Rådio Cultura Angola 2022

Puxa Palavra com JoĂŁo Carrascoza e Gociante Patissa (escritores) Brasil e Angola

MAAN - Textualidades com o escritor angolano Gociante Patissa

Gociante Patissa improvisando "Tchiungue", de Joaquim Viola, clĂĄssico da lĂ­ngua umbundu

Escritor angolano GOCIANTE PATISSA entrevistado em lĂ­ngua UMBUNDU na TV estatal 2019

Escritor angolano Gociante Patissa sobre AUTARQUIAS em lĂ­ngua Umbundu, TPA 2019

Escritor angolano Gociante Patissa sobre O VALOR DO PROVÉRBIO em língua Umbundu, TPA 2019

Lançamento Luanda O HOMEM QUE PLANTAVA AVES, livro contos Gociante Patissa, Embaixada Portugal2019

Voz da AmĂ©rica: Angola do oportunismo’’ e riqueza do campo retratadas em livro de contos

Lançamento em Benguela livro O HOMEM QUE PLANTAVA AVES de Gociante Patissa TPA 2018

VĂ­deo | escritor Gociante Patissa na 2ÂȘ FLIPELÓ 2018, Brasil. Entrevista pelo poeta Salgado MaranhĂŁo

VĂ­deo | Sexto Sentido TV Zimbo com o escritor Gociante Patissa, 2015

VĂ­deo | Gociante Patissa fala Umbundu no final da entrevista Ă  TV Zimbo programa Fair Play 2014

VĂ­deo | Entrevista no programa Hora Quente, TPA2, com o escritor Gociante Patissa

Vídeo | Lançamento do livro A ÚLTIMA OUVINTE,2010

VĂ­deo | Gociante Patissa entrevistado pela TPA sobre Consulado do Vazio, 2009

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