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Alfred A. Knopf

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Knopf)
Alfred A. Knopf, Inc.
Logotipo da editora Knopf
GêneroEditora de livros
Fundação1915 (1915)
Fundador(es)Blanche Knopf e Alfred A. Knopf Sr.
SedeNova Iorque,  Estados Unidos
Proprietário(s)Penguin Random House
ProdutosLivros
Websiteknopfdoubleday.com/imprint/knopf/

Alfred A. Knopf, Inc. ([kənɒpf]) é uma editora dos Estados Unidos fundada por Blanche Knopf e Alfred A. Knopf Sr. em 1915.[1] Blanche e Alfred viajavam com frequência ao exterior e publicavam escritores europeus, asiáticos e latino-americanos, além de acompanhar as novas correntes literárias dos Estados Unidos. A Random House adquiriu a empresa em 1960, e a Knopf passou a integrar o Knopf Doubleday Publishing Group, divisão da Penguin Random House, pertencente ao conglomerado alemão Bertelsmann.[2][3]

A editora usa um borzoi em seu cólofon. O logotipo foi criado pela cofundadora Blanche Knopf em 1925.[4]

História

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Fundação

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Retrato de Blanche Knopf e Alfred A. Knopf Sr., fotografados por Carl van Vechten em 1932

A Knopf foi fundada em 1915 por Alfred A. Knopf Sr. e Blanche Knopf, com um adiantamento de US$ 5.000 concedido pelo pai de Alfred, Samuel Knopf.[4][5] O primeiro escritório ficava no Candler Building, em Nova Iorque.[6] A editora foi formalmente incorporada em 1918, com Alfred Knopf como presidente, Blanche Knopf como vice-presidente e Samuel Knopf como tesoureiro.[7]

Desde o início, a Knopf voltou-se para traduções europeias e obras literárias de perfil mais erudito. Entre suas primeiras publicações estavam Four Plays, do francês Émile Augier, Taras Bulba, do russo Nikolai Gogol, Homo Sapiens, do polonês Stanisław Przybyszewski, e Yvette, a Novelette, and Ten Other Stories, do francês Guy de Maupassant.[8] Na Primeira Guerra Mundial, esses livros podiam ser obtidos por preços baixos e ajudaram a estabelecer a Knopf como uma editora norte-americana de obras europeias.[9] Seu primeiro best-seller foi uma nova edição de Green Mansions, romance de W. H. Hudson que chegou a nove impressões em 1919 e vendeu mais de 20.000 exemplares.[10] Seu primeiro romance norte-americano original, The Three Black Pennys, de Joseph Hergesheimer, saiu em 1917.[11]

Década de 1920

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Anúncio da Knopf

No começo da década de 1920, a Knopf passou a empregar técnicas publicitárias pouco usuais para chamar atenção para seus livros e autores. A partir de 1920, produziu um chapbook para divulgar novos títulos. The Borzoi saiu de tempos em tempos ao longo dos anos. A primeira edição foi um volume em capa dura intitulado The Borzoi[12] e, em certos anos, a publicação assumiu formato trimestral sob o título The Borzoi Quarterly.[13] Para promover Moon-Calf, romance de formação de Floyd Dell, a editora pagou homens para percorrer as zonas financeira e teatral de Nova Iorque vestidos como artistas e usando cartazes-sanduíche. Os cartazes traziam um exemplar do livro para consulta e indicavam livrarias próximas aos interessados.[14]

A aparência dos livros e a habilidade da Knopf na divulgação de seus autores levaram Willa Cather a deixar sua antiga editora, a Houghton Mifflin, e assinar com a Alfred A. Knopf.[15] Como Cather ainda estava sob contrato para seus romances, os Knopf propuseram publicar uma coletânea de contos, Youth and the Bright Medusa, em 1920.[16] Cather ficou satisfeita com o resultado e com a publicidade do livro na The New Republic. Ela publicaria dezesseis livros pela Knopf, entre eles One of Ours, que deu à editora seu primeiro Prêmio Pulitzer.[17]

Antes do casamento, Alfred prometera a Blanche que os dois seriam sócios em condições de igualdade. No quinto aniversário da editora, já estava claro que isso não aconteceria. A Knopf publicou um livro comemorativo no qual Alfred era o centro das histórias contadas pelos autores, enquanto o nome de Blanche surgia apenas uma vez, numa observação de que a "Sra. Knopf" havia encontrado um manuscrito. Isso contrastava com os relatos de autores e outras pessoas que viam Blanche como a alma da empresa. Laura Claridge examinou essa relação em The Lady with the Borzoi.[18]

Em 1923, a Knopf também começou a publicar periódicos. O primeiro foi The American Mercury, fundado por H. L. Mencken e George Jean Nathan, que permaneceu com a editora até 1934.[19]

No mesmo ano, a Knopf publicou The Prophet, de Khalil Gibran. A editora já havia lançado obras anteriores de Gibran, que tiveram vendas decepcionantes. No primeiro ano, The Prophet vendeu apenas 1.159 exemplares. As vendas dobraram no ano seguinte e continuaram dobrando, até que o livro se tornou um dos títulos de maior sucesso da empresa. Em 1965, foram vendidos 240.000 exemplares.[20] Perto de completar cem anos, em 2023, The Prophet já havia sido traduzido para mais de cem idiomas e nunca deixara de ser impresso pela Knopf.[21]

Na década de 1920, a Knopf por vezes retirou livros de circulação ou os censurou diante de ameaças de John Sumner. Entre os casos estavam Janet March, de Floyd Dell, e a tradução de 1899 feita por George Egerton de Hunger.[22][23][24]

Década de 1930

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Samuel Knopf morreu em 1932. William A. Koshland entrou para a empresa em 1934 e permaneceu nela por mais de cinquenta anos, chegando aos cargos de presidente e presidente do conselho. Blanche tornou-se presidente em 1957, quando Alfred passou a presidir o conselho, e trabalhou na editora até morrer, em 1966. Alfred Knopf aposentou-se em 1972 e tornou-se presidente emérito, cargo que ocupou até sua morte, em 1984. Alfred também tinha uma casa de veraneio em Purchase.[3]

Década de 1940

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No contexto da Política de boa vizinhança, Blanche Knopf visitou a América do Sul em 1942 para procurar autores e editoras e ampliar o catálogo latino-americano da empresa.[25] Ela esteve entre os primeiros editores a visitar a Europa depois da Segunda Guerra Mundial. Suas viagens e as de outros editores trouxeram novos escritores da Europa, da América do Sul e da Ásia para a Knopf.[3] Alfred viajou ao Brasil em 1961, o que despertou nele um interesse maior pela América do Sul.[26] Os ativos da Penn Publishing Company foram adquiridos pela Knopf em 1943.[27] Depois da guerra, o filho do casal, Alfred "Pat" Jr., foi contratado como secretário e gerente de livros comerciais.[3]

Década de 1950

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Em 1957, Judith Jones entrou para a Knopf.[4] Jones, que havia descoberto Anne Frank: Diary of a Young Girl enquanto trabalhava na Doubleday, adquiriu para a Knopf Mastering the Art of French Cooking, de Simone Beck, Louisette Bertholle e Julia Child.[28] Jones permaneceu na editora e se aposentou em 2011 como editora sênior e vice-presidente, depois de uma carreira que incluiu trabalhos com John Updike e Anne Tyler.[29]

Pat Knopf deixou a editora dos pais em 1959 para criar a Atheneum Publishers com outros dois sócios.[30] A notícia foi publicada na primeira página do The New York Times.[31][32]

Em um anúncio publicado em 1957 na The Atlantic Monthly, Alfred A. Knopf apresentou o Borzoi Credo. O texto reunia suas convicções sobre a atividade editorial, entre elas a afirmação de que jamais publicara um livro indigno. A última dizia: "Acredito que revistas, filmes, televisão e rádio jamais substituirão os bons livros."[33]

Aquisição pela Random House

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Em 1960, a Random House adquiriu a Alfred A. Knopf.[4] A saída de Alfred A. Knopf Jr., que deixou a empresa em 1959 para fundar a Atheneum Books, teria motivado a venda.[34]

Desde a fundação, a Knopf dedicou atenção ao design e à tipografia.[35] Entre os designers e tipógrafos que trabalharam para a editora estão William Addison Dwiggins, Harry Ford, Steven Heller, Chip Kidd, Lorraine Louie, Peter Mendelsund, Bruce Rogers, Rudolf Ruzicka e Beatrice Warde. Os livros da Knopf terminam com uma página sem numeração intitulada "A Note on the Type", que apresenta a origem e a história da família tipográfica usada no volume. A folha de rosto também informa o ano da impressão correspondente daquele livro.

A Knopf publicou livros didáticos até 1988, quando a divisão de escolas e faculdades da Random House foi vendida à McGraw Hill.[36]

Em 1991, a Knopf retomou a série Everyman's Library, publicada originalmente na Inglaterra no começo do século XX. A coleção reúne clássicos da literatura mundial em edições de capa dura a preços acessíveis. Novas linhas foram acrescentadas, entre elas Children's Classics e Pocket Poets.

A Bertelsmann adquiriu a Random House em 1998.[4] No fim de 2008 e começo de 2009, o Knopf Publishing Group foi unido à Doubleday para formar o Knopf Doubleday Publishing Group.[37] Depois da fusão de 2013 com o Penguin Group, a Random House passou a fazer parte da Penguin Random House, então um empreendimento conjunto da Bertelsmann, com 53%, e da Pearson PLC, com 47%.

Muitos livros da Knopf lançados em capa dura saem depois em edições de bolso da Vintage Books. A Vintage Books é um selo irmão da Random House.[38]

Em outubro de 2012, a Bertelsmann iniciou negociações com o conglomerado concorrente Pearson para estudar a união de suas respectivas editoras, Random House e Penguin Group. A fusão foi concluída em 1 de julho de 2013, dando origem à Penguin Random House.[39] A Bertelsmann detinha 53% do empreendimento e a Pearson, 47%.[40] Quando a operação foi concluída, as duas empresas reunidas respondiam por 25% do mercado de livros, tinham mais de 10.000 funcionários, 250 selos editoriais independentes e cerca de US$ 3,9 bilhões em receita anual.[40] A consolidação buscava aumentar o poder de negociação diante da Amazon e enfrentar a retração das livrarias.[40]

Em 2015, a Knopf comemorou seu centenário com a publicação do livro Alfred A. Knopf, 1915–2015: A Century of Publishing.[4]

Editores e editores-chefes

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A Knopf teve muitos editores, mas apenas quatro ocuparam o cargo de editor-chefe: Alfred A. Knopf Sr., Robert Gottlieb, Sonny Mehta, que morreu em 2019, e Jordan Pavlin.[41] Outros nomes da equipe editorial foram Harold Strauss, que trabalhava com literatura japonesa, Herbert Weinstock, que editava biografias de compositores, Judith Jones, responsável por traduções, The Diary of Anne Frank e livros de culinária, e Peter Mendelsund, diretor de arte e designer de capas.[42] Também trabalharam na Knopf Bobbie Bristol, Angus Cameron, Ann Close, Charles Elliott, Gary Fisketjon, Lee Goerner, Ashbel Green, Carol Brown Janeway, Michael Magzis, Anne McCormick, Nancy Nicholas, Daniel Okrent, Regina Ryan, Sophie Wilkins e Victoria Wilson. A editora também empregava agentes encarregados de procurar novos escritores.[43]

A Alfred A. Knopf publicou livros de James Baldwin, John Banville, Carl Bernstein, Elizabeth Bowen, Frederick Buechner, Albert Camus, Robert Caro, Willa Cather, John Cheever, Julia Child, Bill Clinton, Michael Crichton, Miguel Covarrubias, Don DeLillo, Joan Didion, Bret Easton Ellis, James Ellroy, Martin Gardner, Khalil Gibran, Lee H. Hamilton, Kazuo Ishiguro, John Keegan, Nella Larsen, John le Carré, Jack London, Gabriel García Márquez, Cormac McCarthy, Toni Morrison, Alice Munro, Haruki Murakami, Cynthia Ozick, Christopher Paolini, Edgar Allan Poe, Ezra Pound, Anne Rice, Dorothy Richardson, Stephen M. Silverman, Oswald Spengler, Susan Swan, Donna Tartt, Barbara W. Tuchman, Anne Tyler, John Updike, Andrew Vachss, James D. Watson e Elinor Wylie.

AnoPrêmioCategoriaTítuloAutor
2013Prêmio Pulitzer[44]PoesiaStag's LeapSharon Olds
2011Prêmio PulitzerFicçãoA Visit from the Goon SquadJennifer Egan
2010Prêmio PulitzerBiografia ou autobiografiaThe First TycoonT. J. Stiles
2007Prêmio PulitzerFicçãoThe RoadCormac McCarthy
2005MHA Best Book Award[45]HistóriaJoseph Smith: Rough Stone RollingRichard Bushman
2005Prêmio PulitzerBiografia ou autobiografiade Kooning: An American MasterMark Stevens e Annalyn Swan
2004Prêmio PulitzerPoesiaWalking to Martha's VineyardFranz Wright
2003Menção Newbery[46]FicçãoHootCarl Hiaasen
2003Prêmio PulitzerBiografia ou autobiografiaMaster of the SenateRobert A. Caro
2002Prêmio PulitzerFicçãoEmpire FallsRichard Russo
2001Prêmio PulitzerHistóriaFounding BrothersJoseph J. Ellis
1999Prêmio PulitzerPoesiaBlizzard of OneMark Strand
1998Prêmio PulitzerBiografia ou autobiografiaPersonal HistoryKatharine Graham
1997Prêmio PulitzerHistóriaOriginal MeaningsJack N. Rakove
1996Prêmio PulitzerFicçãoIndependence DayRichard Ford
1996Prêmio PulitzerBiografia ou autobiografiaGod: A BiographyJack Miles
1996Prêmio PulitzerHistóriaWilliam Cooper's TownAlan Taylor
1995Prêmio PulitzerPoesiaThe Simple TruthPhilip Levine
1995Prêmio PulitzerNão ficção geralThe Beak of the FinchJonathan Weiner
1993Prêmio PulitzerHistóriaThe Radicalism of the American RevolutionGordon S. Wood
1992Prêmio PulitzerFicçãoA Thousand AcresJane Smiley
1991Prêmio PulitzerHistóriaA Midwife's TaleLaurel Thatcher Ulrich
1991Prêmio PulitzerFicçãoRabbit at RestJohn Updike
1991Prêmio PulitzerPoesiaNear ChangesMona Van Duyn
1989Prêmio PulitzerBiografia ou autobiografiaOscar WildeRichard Ellmann
1989Prêmio PulitzerFicçãoBreathing LessonsAnne Tyler
1988Prêmio PulitzerHistóriaThe Launching of Modern American Science, 1846-1876Robert V. Bruce
1988Prêmio PulitzerFicçãoBelovedToni Morrison
1987Prêmio PulitzerHistóriaVoyagers to the WestBernard Bailyn
1987Prêmio PulitzerFicçãoA Summons to MemphisPeter Taylor
1986Prêmio PulitzerBiografia ou autobiografiaLouise BoganElizabeth Frank
1986Prêmio PulitzerNão ficção geralCommon GroundJ. Anthony Lukas
1982Prêmio PulitzerFicçãoRabbit Is RichJohn Updike
1981Prêmio PulitzerBiografia ou autobiografiaPeter the GreatRobert K. Massie
1981Prêmio PulitzerNão ficção geralFin-de-Siècle ViennaCarl E. Schorske
1980Prêmio PulitzerHistóriaBeen in the Storm So LongLeon F. Litwack
1979Prêmio PulitzerFicçãoThe Stories of John CheeverJohn Cheever
1975Prêmio PulitzerBiografia ou autobiografiaThe Power Broker: Robert Moses and the Fall of New YorkRobert A. Caro
1973Prêmio PulitzerHistóriaPeople of ParadoxMichael Kammen
1970Prêmio PulitzerBiografia ou autobiografiaHuey LongT. Harry Williams
1967Prêmio PulitzerHistóriaExploration and EmpireWilliam H. Goetzmann
1965Prêmio PulitzerFicçãoThe Keepers of the HouseShirley Ann Grau
1964Prêmio PulitzerNão ficção geralAnti-Intellectualism in American LifeRichard Hofstadter
1962Prêmio PulitzerHistóriaThe Triumphant Empire: Thunder-Clouds Gather in the WestLawrence H. Gipson
1961Prêmio PulitzerBiografia ou autobiografiaCharles Sumner and the Coming of the Civil WarDavid Herbert Donald
1960Prêmio PulitzerPoesiaHeart's NeedleW. D. Snodgrass
1956Prêmio PulitzerHistóriaThe Age of ReformRichard Hofstadter
1955Prêmio PulitzerHistóriaCollected Poems: Wallace StevensWallace Stevens
1951Prêmio PulitzerFicçãoThe TownConrad Richter
1950Prêmio PulitzerBiografia ou autobiografiaJohn Quincy Adams and the Foundations of American Foreign PolicySamuel Flagg Bemis
1946Prêmio PulitzerBiografia ou autobiografiaSon of the WildernessLinnie Marsh Wolfe
1945Prêmio PulitzerRomanceA Bell for AdanoJohn Hersey
1945Prêmio PulitzerBiografia ou autobiografiaGeorge Bancroft: Brahmin RebelRussel Blaine Nye
1944Prêmio PulitzerBiografia ou autobiografiaThe American Leonardo: A Life of Samuel F. B. MorseCarleton Mabee
1934Prêmio PulitzerPoesiaCollected VerseRobert Hillyer
1927Prêmio PulitzerPoesiaFiddler's FarewellLeonora Speyer
1923Prêmio PulitzerRomanceOne of OursWilla Cather
2009National Book Award[47]Não ficçãoThe First TycoonT. J. Stiles
2005National Book AwardNão ficçãoThe Year of Magical ThinkingJoan Didion
2002National Book AwardNão ficçãoMaster of the SenateRobert A. Caro
1997National Book AwardNão ficçãoAmerican Sphinx: The Character of Thomas JeffersonJoseph J. Ellis
1991National Book AwardNão ficçãoHow We DieSherwin B. Nuland
1992National Book AwardFicçãoAll the Pretty HorsesCormac McCarthy
1991National Book AwardPoesiaWhat Work IsPhilip Levine
1989National Book AwardFicçãoSpartinaJohn Casey
1985National Book AwardNão ficçãoCommon GroundJ. Anthony Lukas
1983National Book AwardHistóriaVoices of ProtestAlan Brinkley
1982National Book AwardFicçãoRabbit Is RichJohn Updike
1981National Book AwardPrimeiro romanceSister WolfAnn Arensberg
1981National Book AwardFicção em brochuraThe Stories of John CheeverJohn Cheever
1981National Book AwardNão ficção geralChina MenMaxine Hong Kingston
1981National Book AwardHistória em brochuraBeen in the Storm So LongLeon F. Litwack
1980National Book AwardAutobiografia (capa dura)By MyselfLauren Bacall
1980National Book AwardInteresse atual (capa dura)Julia Child and More CompanyJulia Child
1980National Book AwardHistória (brochura)A Distant MirrorBarbara W. Tuchman
1980National Book AwardPrimeiro romanceBirdyWilliam Wharton
1977National Book AwardPensamento contemporâneoThe Uses of EnchantmentBruno Bettelheim
1976National Book AwardFicçãoJ RWilliam Gaddis
1975National Book AwardAssuntos contemporâneosAll God's DangersTheodore Rosengarten
1974National Book AwardBiografiaMacaulayJohn Clive
1972National Book AwardPoesiaThe Collected Works of Frank O'HaraFrank O'Hara
1970National Book AwardHistória e biografiaHuey LongT. Harry Williams
1967National Book AwardHistória e biografiaThe Enlightenment, Vol. 1Peter Gay
1964National Book AwardFicçãoThe CentaurJohn Updike
1962National Book AwardFicçãoThe MoviegoerWalker Percy
1961National Book AwardFicçãoThe Waters of KronosConrad Richter
1955National Book AwardPoesiaThe Collected Poems of Wallace StevensWallace Stevens
1951National Book AwardPoesiaThe Auroras of AutumnWallace Stevens
2017Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaKazuo Ishiguro
2013Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaAlice Munro
2007Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaDoris Lessing
2006Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaOrhan Pamuk
2002Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaImre Kertész
2001Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaV. S. Naipaul
1999Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaGünter Grass
1993Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaToni Morrison
1991Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaNadine Gordimer
1982Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaGabriel García Márquez
1980Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaCzesław Miłosz
1972Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaHeinrich Böll
1968Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaYasunari Kawabata
1965Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaMikhail Sholokhov
1964Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaJean-Paul Sartre (recusou o prêmio)
1961Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaIvo Andrić
1957Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaAlbert Camus
1955Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaHalldor K. Laxness
1947Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaAndré Gide
1944Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaJohannes V. Jensen
1939Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaFrans E. Sillanpää
1929Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaThomas Mann
1928Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaSigrid Undset
1924Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaWładysław S. Reymont
1920Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaKnut Hamsun
1916Prêmio NobelLiteraturaPrêmio Nobel de LiteraturaVerner von Heidenstam

O logotipo da Knopf é um galgo russo da raça borzoi.[48] Blanche Knopf sugeriu o borzoi para transmitir a ideia de movimento, e a imagem foi usada na lombada e na folha de rosto dos livros.[49]

Ver também

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Referências

  1. ↑ Claridge 2016
  2. ↑ «Penguin Random House». Bertelsmann (em inglês). Bertelsmann SE & Co. KGaA. Consultado em 27 de maio de 2020
  3. 1 2 3 4 «Alfred A. Knopf, Inc.: An Inventory of Its Records at the Harry Ransom Center». Harry Ransom Center (em inglês). The University of Texas at Austin. Consultado em 7 de setembro de 2026
  4. 1 2 3 4 5 6 Swanson, Clare (15 de maio de 2015). «A Century of Alfred A. Knopf». Publishers Weekly (em inglês). Consultado em 24 de setembro de 2015. Arquivado do original em 25 de setembro de 2015
  5. ↑ Clements, Amy Root (2014). The Art of Prestige: The Formative Years at Knopf 1915-1929 (em inglês). Amherst: University of Massachusetts Press
  6. ↑ Claridge 2016, pp. 29–47
  7. ↑ Claridge 2016, pp. 54–57
  8. ↑ Claridge 2016, pp. 29–47
  9. ↑ Claridge 2016, p. 5
  10. ↑ Claridge 2016, pp. 29–47
  11. ↑ Claridge 2016, pp. 29–47
  12. ↑ Knopf, Alfred A.; Cather, Willa; Mencken, H. L.; Williams, Marian Allen (1920). The Borzoi 1920: being a sort of record of five years' publishing (em inglês). New York: Knopf
  13. ↑ «About the Borzoi Reader Online» (em inglês). Consultado em 6 de abril de 2016
  14. ↑ Claridge 2016, pp. 65–78
  15. ↑ Claridge 2016, pp. 61–63
  16. ↑ Claridge 2016, pp. 61–63
  17. ↑ Claridge 2016, pp. 61–63
  18. ↑ Claridge 2016
  19. ↑ «Alfred A. Knopf - First Edition Identification». Biblio.com (em inglês). Consultado em 1 de junho de 2017
  20. ↑ Claridge 2016, pp. 81–83
  21. ↑ «The Kahlil Gibran Collective». Kahlil Gibran Collective (em inglês). Consultado em 2 de maio de 2026
  22. ↑ Semonche, John E. (2007). Censoring Sex: A Historical Journey Through American Media (em inglês). [S.l.]: Rowman & Littlefield. ISBN 978-0-7425-5132-9
  23. ↑ Boyer, Paul S. (1 de agosto de 2002). Purity in Print: Book Censorship in America from the Gilded Age to the Computer Age (em inglês). [S.l.]: University of Wisconsin Press. ISBN 978-0-299-17583-2
  24. ↑ Cahill, Edgar H. (17 de agosto de 1921). «Purity in the Sixth Printing». The Nation (em inglês). 113: 181–182
  25. ↑ «TRADUÇÃO E/COMO SOFT POWER: LITERATURA LATINO-AMERICANA NOS EUA DURANTE A GUERRA FRIA». Machado de Assis em Linha. Consultado em 7 de setembro de 2026
  26. ↑ «Alfred A. Knopf, Inc.: An Inventory of Its Records at the Harry Ransom Center» (PDF). Harry Ransom Center (em inglês). The University of Texas at Austin. p. 372. Consultado em 7 de setembro de 2026
  27. ↑ «FOB: Firms Out of Business - Penn Publishing Company». Harry Ransom Center (em inglês). The University of Texas at Austin. Consultado em 7 de setembro de 2026
  28. ↑ Claridge 2016, pp. 297–298
  29. ↑ Claridge 2016, pp. 297–298
  30. ↑ Claridge 2016, pp. 302–303
  31. ↑ Claridge 2016, pp. 302–303
  32. ↑ Conley, Robert (15 de março de 1959). «3 Book Executives Forming Own Firm». The New York Times (em inglês). Consultado em 12 de maio de 2018
  33. ↑ Knopf, Alfred A. «The Borzoi Credo» (em inglês). Borzoi Reader. Consultado em 24 de setembro de 2015
  34. ↑ Korda, Michael (1999). Another Life: A Memoir of Other People (em inglês) 1 ed. New York: Random House. ISBN 0679456597
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  40. 1 2 3 Bosman, Julie (1 de julho de 2013). «Penguin and Random House Merge, Saying Change Will Come Slowly». The New York Times (em inglês). ISSN 0362-4331. Consultado em 4 de abril de 2016
  41. ↑ Harris, Elizabeth (14 de julho de 2021). «Knopf Names Jordan Pavlin Its Editor in Chief». The New York Times (em inglês). Consultado em 4 de abril de 2023
  42. ↑ Mendelsund, Peter (7 de agosto de 2014). «What's the Purpose of Book Jackets in a Digital World?». Slate Magazine (em inglês). Consultado em 12 de junho de 2022
  43. ↑ Knopf, Alfred A.: Portrait of a Publisher, 1915-1965 (em inglês). 2. New York: Typophiles. 1965
  44. ↑ «2013 Winners and Finalists» (em inglês). The Pulitzer Prizes. Consultado em 28 de outubro de 2015
  45. ↑ «MHA Awards» (PDF). Mormon History Association (em inglês). Consultado em 12 de maio de 2021. Arquivado do original (PDF) em 13 de fevereiro de 2012
  46. ↑ «2003 Newbery Medal and Honor Books». Association for Library Service to Children (em inglês). 2003. Consultado em 12 de maio de 2021. Cópia arquivada em 5 de novembro de 2011
  47. ↑ «National Book Awards - 2009» (em inglês). National Book Foundation. Consultado em 28 de outubro de 2015
  48. ↑ Claridge 2016
  49. ↑ Claridge 2016

Fontes citadas

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  • Claridge, Laura (2016). The Lady with the Borzoi: Blanche Knopf, Literary Tastemaker Extraordinaire (em inglês). New York: Farrar, Straus and Giroux. ISBN 9780374114251. OCLC 908176194 

Ligações externas

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