Alfred A. Knopf
| Alfred A. Knopf, Inc. | |
|---|---|
Logotipo da editora Knopf | |
| Gênero | Editora de livros |
| Fundação | 1915 |
| Fundador(es) | Blanche Knopf e Alfred A. Knopf Sr. |
| Sede | Nova Iorque, |
| Proprietário(s) | Penguin Random House |
| Produtos | Livros |
| Website | knopfdoubleday |
Alfred A. Knopf, Inc. ([kənɒpf]) é uma editora dos Estados Unidos fundada por Blanche Knopf e Alfred A. Knopf Sr. em 1915.[1] Blanche e Alfred viajavam com frequência ao exterior e publicavam escritores europeus, asiáticos e latino-americanos, além de acompanhar as novas correntes literárias dos Estados Unidos. A Random House adquiriu a empresa em 1960, e a Knopf passou a integrar o Knopf Doubleday Publishing Group, divisão da Penguin Random House, pertencente ao conglomerado alemão Bertelsmann.[2][3]
A editora usa um borzoi em seu cólofon. O logotipo foi criado pela cofundadora Blanche Knopf em 1925.[4]
História
[editar | editar código]Fundação
[editar | editar código]
A Knopf foi fundada em 1915 por Alfred A. Knopf Sr. e Blanche Knopf, com um adiantamento de US$ 5.000 concedido pelo pai de Alfred, Samuel Knopf.[4][5] O primeiro escritório ficava no Candler Building, em Nova Iorque.[6] A editora foi formalmente incorporada em 1918, com Alfred Knopf como presidente, Blanche Knopf como vice-presidente e Samuel Knopf como tesoureiro.[7]
Desde o início, a Knopf voltou-se para traduções europeias e obras literárias de perfil mais erudito. Entre suas primeiras publicações estavam Four Plays, do francês Émile Augier, Taras Bulba, do russo Nikolai Gogol, Homo Sapiens, do polonês Stanisław Przybyszewski, e Yvette, a Novelette, and Ten Other Stories, do francês Guy de Maupassant.[8] Na Primeira Guerra Mundial, esses livros podiam ser obtidos por preços baixos e ajudaram a estabelecer a Knopf como uma editora norte-americana de obras europeias.[9] Seu primeiro best-seller foi uma nova edição de Green Mansions, romance de W. H. Hudson que chegou a nove impressões em 1919 e vendeu mais de 20.000 exemplares.[10] Seu primeiro romance norte-americano original, The Three Black Pennys, de Joseph Hergesheimer, saiu em 1917.[11]
Década de 1920
[editar | editar código]
No começo da década de 1920, a Knopf passou a empregar técnicas publicitárias pouco usuais para chamar atenção para seus livros e autores. A partir de 1920, produziu um chapbook para divulgar novos títulos. The Borzoi saiu de tempos em tempos ao longo dos anos. A primeira edição foi um volume em capa dura intitulado The Borzoi[12] e, em certos anos, a publicação assumiu formato trimestral sob o título The Borzoi Quarterly.[13] Para promover Moon-Calf, romance de formação de Floyd Dell, a editora pagou homens para percorrer as zonas financeira e teatral de Nova Iorque vestidos como artistas e usando cartazes-sanduíche. Os cartazes traziam um exemplar do livro para consulta e indicavam livrarias próximas aos interessados.[14]
A aparência dos livros e a habilidade da Knopf na divulgação de seus autores levaram Willa Cather a deixar sua antiga editora, a Houghton Mifflin, e assinar com a Alfred A. Knopf.[15] Como Cather ainda estava sob contrato para seus romances, os Knopf propuseram publicar uma coletânea de contos, Youth and the Bright Medusa, em 1920.[16] Cather ficou satisfeita com o resultado e com a publicidade do livro na The New Republic. Ela publicaria dezesseis livros pela Knopf, entre eles One of Ours, que deu à editora seu primeiro Prêmio Pulitzer.[17]
Antes do casamento, Alfred prometera a Blanche que os dois seriam sócios em condições de igualdade. No quinto aniversário da editora, já estava claro que isso não aconteceria. A Knopf publicou um livro comemorativo no qual Alfred era o centro das histórias contadas pelos autores, enquanto o nome de Blanche surgia apenas uma vez, numa observação de que a "Sra. Knopf" havia encontrado um manuscrito. Isso contrastava com os relatos de autores e outras pessoas que viam Blanche como a alma da empresa. Laura Claridge examinou essa relação em The Lady with the Borzoi.[18]
Em 1923, a Knopf também começou a publicar periódicos. O primeiro foi The American Mercury, fundado por H. L. Mencken e George Jean Nathan, que permaneceu com a editora até 1934.[19]
No mesmo ano, a Knopf publicou The Prophet, de Khalil Gibran. A editora já havia lançado obras anteriores de Gibran, que tiveram vendas decepcionantes. No primeiro ano, The Prophet vendeu apenas 1.159 exemplares. As vendas dobraram no ano seguinte e continuaram dobrando, até que o livro se tornou um dos títulos de maior sucesso da empresa. Em 1965, foram vendidos 240.000 exemplares.[20] Perto de completar cem anos, em 2023, The Prophet já havia sido traduzido para mais de cem idiomas e nunca deixara de ser impresso pela Knopf.[21]
Na década de 1920, a Knopf por vezes retirou livros de circulação ou os censurou diante de ameaças de John Sumner. Entre os casos estavam Janet March, de Floyd Dell, e a tradução de 1899 feita por George Egerton de Hunger.[22][23][24]
Década de 1930
[editar | editar código]Samuel Knopf morreu em 1932. William A. Koshland entrou para a empresa em 1934 e permaneceu nela por mais de cinquenta anos, chegando aos cargos de presidente e presidente do conselho. Blanche tornou-se presidente em 1957, quando Alfred passou a presidir o conselho, e trabalhou na editora até morrer, em 1966. Alfred Knopf aposentou-se em 1972 e tornou-se presidente emérito, cargo que ocupou até sua morte, em 1984. Alfred também tinha uma casa de veraneio em Purchase.[3]
Década de 1940
[editar | editar código]No contexto da Política de boa vizinhança, Blanche Knopf visitou a América do Sul em 1942 para procurar autores e editoras e ampliar o catálogo latino-americano da empresa.[25] Ela esteve entre os primeiros editores a visitar a Europa depois da Segunda Guerra Mundial. Suas viagens e as de outros editores trouxeram novos escritores da Europa, da América do Sul e da Ásia para a Knopf.[3] Alfred viajou ao Brasil em 1961, o que despertou nele um interesse maior pela América do Sul.[26] Os ativos da Penn Publishing Company foram adquiridos pela Knopf em 1943.[27] Depois da guerra, o filho do casal, Alfred "Pat" Jr., foi contratado como secretário e gerente de livros comerciais.[3]
Década de 1950
[editar | editar código]Em 1957, Judith Jones entrou para a Knopf.[4] Jones, que havia descoberto Anne Frank: Diary of a Young Girl enquanto trabalhava na Doubleday, adquiriu para a Knopf Mastering the Art of French Cooking, de Simone Beck, Louisette Bertholle e Julia Child.[28] Jones permaneceu na editora e se aposentou em 2011 como editora sênior e vice-presidente, depois de uma carreira que incluiu trabalhos com John Updike e Anne Tyler.[29]
Pat Knopf deixou a editora dos pais em 1959 para criar a Atheneum Publishers com outros dois sócios.[30] A notícia foi publicada na primeira página do The New York Times.[31][32]
Em um anúncio publicado em 1957 na The Atlantic Monthly, Alfred A. Knopf apresentou o Borzoi Credo. O texto reunia suas convicções sobre a atividade editorial, entre elas a afirmação de que jamais publicara um livro indigno. A última dizia: "Acredito que revistas, filmes, televisão e rádio jamais substituirão os bons livros."[33]
Aquisição pela Random House
[editar | editar código]Em 1960, a Random House adquiriu a Alfred A. Knopf.[4] A saída de Alfred A. Knopf Jr., que deixou a empresa em 1959 para fundar a Atheneum Books, teria motivado a venda.[34]
Desde a fundação, a Knopf dedicou atenção ao design e à tipografia.[35] Entre os designers e tipógrafos que trabalharam para a editora estão William Addison Dwiggins, Harry Ford, Steven Heller, Chip Kidd, Lorraine Louie, Peter Mendelsund, Bruce Rogers, Rudolf Ruzicka e Beatrice Warde. Os livros da Knopf terminam com uma página sem numeração intitulada "A Note on the Type", que apresenta a origem e a história da família tipográfica usada no volume. A folha de rosto também informa o ano da impressão correspondente daquele livro.
A Knopf publicou livros didáticos até 1988, quando a divisão de escolas e faculdades da Random House foi vendida à McGraw Hill.[36]
Em 1991, a Knopf retomou a série Everyman's Library, publicada originalmente na Inglaterra no começo do século XX. A coleção reúne clássicos da literatura mundial em edições de capa dura a preços acessíveis. Novas linhas foram acrescentadas, entre elas Children's Classics e Pocket Poets.
A Bertelsmann adquiriu a Random House em 1998.[4] No fim de 2008 e começo de 2009, o Knopf Publishing Group foi unido à Doubleday para formar o Knopf Doubleday Publishing Group.[37] Depois da fusão de 2013 com o Penguin Group, a Random House passou a fazer parte da Penguin Random House, então um empreendimento conjunto da Bertelsmann, com 53%, e da Pearson PLC, com 47%.
Muitos livros da Knopf lançados em capa dura saem depois em edições de bolso da Vintage Books. A Vintage Books é um selo irmão da Random House.[38]
Em outubro de 2012, a Bertelsmann iniciou negociações com o conglomerado concorrente Pearson para estudar a união de suas respectivas editoras, Random House e Penguin Group. A fusão foi concluída em 1 de julho de 2013, dando origem à Penguin Random House.[39] A Bertelsmann detinha 53% do empreendimento e a Pearson, 47%.[40] Quando a operação foi concluída, as duas empresas reunidas respondiam por 25% do mercado de livros, tinham mais de 10.000 funcionários, 250 selos editoriais independentes e cerca de US$ 3,9 bilhões em receita anual.[40] A consolidação buscava aumentar o poder de negociação diante da Amazon e enfrentar a retração das livrarias.[40]
Em 2015, a Knopf comemorou seu centenário com a publicação do livro Alfred A. Knopf, 1915–2015: A Century of Publishing.[4]
Pessoas
[editar | editar código]Editores e editores-chefes
[editar | editar código]A Knopf teve muitos editores, mas apenas quatro ocuparam o cargo de editor-chefe: Alfred A. Knopf Sr., Robert Gottlieb, Sonny Mehta, que morreu em 2019, e Jordan Pavlin.[41] Outros nomes da equipe editorial foram Harold Strauss, que trabalhava com literatura japonesa, Herbert Weinstock, que editava biografias de compositores, Judith Jones, responsável por traduções, The Diary of Anne Frank e livros de culinária, e Peter Mendelsund, diretor de arte e designer de capas.[42] Também trabalharam na Knopf Bobbie Bristol, Angus Cameron, Ann Close, Charles Elliott, Gary Fisketjon, Lee Goerner, Ashbel Green, Carol Brown Janeway, Michael Magzis, Anne McCormick, Nancy Nicholas, Daniel Okrent, Regina Ryan, Sophie Wilkins e Victoria Wilson. A editora também empregava agentes encarregados de procurar novos escritores.[43]
Autores
[editar | editar código]A Alfred A. Knopf publicou livros de James Baldwin, John Banville, Carl Bernstein, Elizabeth Bowen, Frederick Buechner, Albert Camus, Robert Caro, Willa Cather, John Cheever, Julia Child, Bill Clinton, Michael Crichton, Miguel Covarrubias, Don DeLillo, Joan Didion, Bret Easton Ellis, James Ellroy, Martin Gardner, Khalil Gibran, Lee H. Hamilton, Kazuo Ishiguro, John Keegan, Nella Larsen, John le Carré, Jack London, Gabriel García Márquez, Cormac McCarthy, Toni Morrison, Alice Munro, Haruki Murakami, Cynthia Ozick, Christopher Paolini, Edgar Allan Poe, Ezra Pound, Anne Rice, Dorothy Richardson, Stephen M. Silverman, Oswald Spengler, Susan Swan, Donna Tartt, Barbara W. Tuchman, Anne Tyler, John Updike, Andrew Vachss, James D. Watson e Elinor Wylie.
Prêmios
[editar | editar código]| Ano | Prêmio | Categoria | Título | Autor |
|---|---|---|---|---|
| 2013 | Prêmio Pulitzer[44] | Poesia | Stag's Leap | Sharon Olds |
| 2011 | Prêmio Pulitzer | Ficção | A Visit from the Goon Squad | Jennifer Egan |
| 2010 | Prêmio Pulitzer | Biografia ou autobiografia | The First Tycoon | T. J. Stiles |
| 2007 | Prêmio Pulitzer | Ficção | The Road | Cormac McCarthy |
| 2005 | MHA Best Book Award[45] | História | Joseph Smith: Rough Stone Rolling | Richard Bushman |
| 2005 | Prêmio Pulitzer | Biografia ou autobiografia | de Kooning: An American Master | Mark Stevens e Annalyn Swan |
| 2004 | Prêmio Pulitzer | Poesia | Walking to Martha's Vineyard | Franz Wright |
| 2003 | Menção Newbery[46] | Ficção | Hoot | Carl Hiaasen |
| 2003 | Prêmio Pulitzer | Biografia ou autobiografia | Master of the Senate | Robert A. Caro |
| 2002 | Prêmio Pulitzer | Ficção | Empire Falls | Richard Russo |
| 2001 | Prêmio Pulitzer | História | Founding Brothers | Joseph J. Ellis |
| 1999 | Prêmio Pulitzer | Poesia | Blizzard of One | Mark Strand |
| 1998 | Prêmio Pulitzer | Biografia ou autobiografia | Personal History | Katharine Graham |
| 1997 | Prêmio Pulitzer | História | Original Meanings | Jack N. Rakove |
| 1996 | Prêmio Pulitzer | Ficção | Independence Day | Richard Ford |
| 1996 | Prêmio Pulitzer | Biografia ou autobiografia | God: A Biography | Jack Miles |
| 1996 | Prêmio Pulitzer | História | William Cooper's Town | Alan Taylor |
| 1995 | Prêmio Pulitzer | Poesia | The Simple Truth | Philip Levine |
| 1995 | Prêmio Pulitzer | Não ficção geral | The Beak of the Finch | Jonathan Weiner |
| 1993 | Prêmio Pulitzer | História | The Radicalism of the American Revolution | Gordon S. Wood |
| 1992 | Prêmio Pulitzer | Ficção | A Thousand Acres | Jane Smiley |
| 1991 | Prêmio Pulitzer | História | A Midwife's Tale | Laurel Thatcher Ulrich |
| 1991 | Prêmio Pulitzer | Ficção | Rabbit at Rest | John Updike |
| 1991 | Prêmio Pulitzer | Poesia | Near Changes | Mona Van Duyn |
| 1989 | Prêmio Pulitzer | Biografia ou autobiografia | Oscar Wilde | Richard Ellmann |
| 1989 | Prêmio Pulitzer | Ficção | Breathing Lessons | Anne Tyler |
| 1988 | Prêmio Pulitzer | História | The Launching of Modern American Science, 1846-1876 | Robert V. Bruce |
| 1988 | Prêmio Pulitzer | Ficção | Beloved | Toni Morrison |
| 1987 | Prêmio Pulitzer | História | Voyagers to the West | Bernard Bailyn |
| 1987 | Prêmio Pulitzer | Ficção | A Summons to Memphis | Peter Taylor |
| 1986 | Prêmio Pulitzer | Biografia ou autobiografia | Louise Bogan | Elizabeth Frank |
| 1986 | Prêmio Pulitzer | Não ficção geral | Common Ground | J. Anthony Lukas |
| 1982 | Prêmio Pulitzer | Ficção | Rabbit Is Rich | John Updike |
| 1981 | Prêmio Pulitzer | Biografia ou autobiografia | Peter the Great | Robert K. Massie |
| 1981 | Prêmio Pulitzer | Não ficção geral | Fin-de-Siècle Vienna | Carl E. Schorske |
| 1980 | Prêmio Pulitzer | História | Been in the Storm So Long | Leon F. Litwack |
| 1979 | Prêmio Pulitzer | Ficção | The Stories of John Cheever | John Cheever |
| 1975 | Prêmio Pulitzer | Biografia ou autobiografia | The Power Broker: Robert Moses and the Fall of New York | Robert A. Caro |
| 1973 | Prêmio Pulitzer | História | People of Paradox | Michael Kammen |
| 1970 | Prêmio Pulitzer | Biografia ou autobiografia | Huey Long | T. Harry Williams |
| 1967 | Prêmio Pulitzer | História | Exploration and Empire | William H. Goetzmann |
| 1965 | Prêmio Pulitzer | Ficção | The Keepers of the House | Shirley Ann Grau |
| 1964 | Prêmio Pulitzer | Não ficção geral | Anti-Intellectualism in American Life | Richard Hofstadter |
| 1962 | Prêmio Pulitzer | História | The Triumphant Empire: Thunder-Clouds Gather in the West | Lawrence H. Gipson |
| 1961 | Prêmio Pulitzer | Biografia ou autobiografia | Charles Sumner and the Coming of the Civil War | David Herbert Donald |
| 1960 | Prêmio Pulitzer | Poesia | Heart's Needle | W. D. Snodgrass |
| 1956 | Prêmio Pulitzer | História | The Age of Reform | Richard Hofstadter |
| 1955 | Prêmio Pulitzer | História | Collected Poems: Wallace Stevens | Wallace Stevens |
| 1951 | Prêmio Pulitzer | Ficção | The Town | Conrad Richter |
| 1950 | Prêmio Pulitzer | Biografia ou autobiografia | John Quincy Adams and the Foundations of American Foreign Policy | Samuel Flagg Bemis |
| 1946 | Prêmio Pulitzer | Biografia ou autobiografia | Son of the Wilderness | Linnie Marsh Wolfe |
| 1945 | Prêmio Pulitzer | Romance | A Bell for Adano | John Hersey |
| 1945 | Prêmio Pulitzer | Biografia ou autobiografia | George Bancroft: Brahmin Rebel | Russel Blaine Nye |
| 1944 | Prêmio Pulitzer | Biografia ou autobiografia | The American Leonardo: A Life of Samuel F. B. Morse | Carleton Mabee |
| 1934 | Prêmio Pulitzer | Poesia | Collected Verse | Robert Hillyer |
| 1927 | Prêmio Pulitzer | Poesia | Fiddler's Farewell | Leonora Speyer |
| 1923 | Prêmio Pulitzer | Romance | One of Ours | Willa Cather |
| 2009 | National Book Award[47] | Não ficção | The First Tycoon | T. J. Stiles |
| 2005 | National Book Award | Não ficção | The Year of Magical Thinking | Joan Didion |
| 2002 | National Book Award | Não ficção | Master of the Senate | Robert A. Caro |
| 1997 | National Book Award | Não ficção | American Sphinx: The Character of Thomas Jefferson | Joseph J. Ellis |
| 1991 | National Book Award | Não ficção | How We Die | Sherwin B. Nuland |
| 1992 | National Book Award | Ficção | All the Pretty Horses | Cormac McCarthy |
| 1991 | National Book Award | Poesia | What Work Is | Philip Levine |
| 1989 | National Book Award | Ficção | Spartina | John Casey |
| 1985 | National Book Award | Não ficção | Common Ground | J. Anthony Lukas |
| 1983 | National Book Award | História | Voices of Protest | Alan Brinkley |
| 1982 | National Book Award | Ficção | Rabbit Is Rich | John Updike |
| 1981 | National Book Award | Primeiro romance | Sister Wolf | Ann Arensberg |
| 1981 | National Book Award | Ficção em brochura | The Stories of John Cheever | John Cheever |
| 1981 | National Book Award | Não ficção geral | China Men | Maxine Hong Kingston |
| 1981 | National Book Award | História em brochura | Been in the Storm So Long | Leon F. Litwack |
| 1980 | National Book Award | Autobiografia (capa dura) | By Myself | Lauren Bacall |
| 1980 | National Book Award | Interesse atual (capa dura) | Julia Child and More Company | Julia Child |
| 1980 | National Book Award | História (brochura) | A Distant Mirror | Barbara W. Tuchman |
| 1980 | National Book Award | Primeiro romance | Birdy | William Wharton |
| 1977 | National Book Award | Pensamento contemporâneo | The Uses of Enchantment | Bruno Bettelheim |
| 1976 | National Book Award | Ficção | J R | William Gaddis |
| 1975 | National Book Award | Assuntos contemporâneos | All God's Dangers | Theodore Rosengarten |
| 1974 | National Book Award | Biografia | Macaulay | John Clive |
| 1972 | National Book Award | Poesia | The Collected Works of Frank O'Hara | Frank O'Hara |
| 1970 | National Book Award | História e biografia | Huey Long | T. Harry Williams |
| 1967 | National Book Award | História e biografia | The Enlightenment, Vol. 1 | Peter Gay |
| 1964 | National Book Award | Ficção | The Centaur | John Updike |
| 1962 | National Book Award | Ficção | The Moviegoer | Walker Percy |
| 1961 | National Book Award | Ficção | The Waters of Kronos | Conrad Richter |
| 1955 | National Book Award | Poesia | The Collected Poems of Wallace Stevens | Wallace Stevens |
| 1951 | National Book Award | Poesia | The Auroras of Autumn | Wallace Stevens |
| 2017 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Kazuo Ishiguro |
| 2013 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Alice Munro |
| 2007 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Doris Lessing |
| 2006 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Orhan Pamuk |
| 2002 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Imre Kertész |
| 2001 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | V. S. Naipaul |
| 1999 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Günter Grass |
| 1993 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Toni Morrison |
| 1991 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Nadine Gordimer |
| 1982 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Gabriel García Márquez |
| 1980 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Czesław Miłosz |
| 1972 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Heinrich Böll |
| 1968 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Yasunari Kawabata |
| 1965 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Mikhail Sholokhov |
| 1964 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Jean-Paul Sartre (recusou o prêmio) |
| 1961 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Ivo Andrić |
| 1957 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Albert Camus |
| 1955 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Halldor K. Laxness |
| 1947 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | André Gide |
| 1944 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Johannes V. Jensen |
| 1939 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Frans E. Sillanpää |
| 1929 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Thomas Mann |
| 1928 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Sigrid Undset |
| 1924 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Władysław S. Reymont |
| 1920 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Knut Hamsun |
| 1916 | Prêmio Nobel | Literatura | Prêmio Nobel de Literatura | Verner von Heidenstam |
Logotipo
[editar | editar código]O logotipo da Knopf é um galgo russo da raça borzoi.[48] Blanche Knopf sugeriu o borzoi para transmitir a ideia de movimento, e a imagem foi usada na lombada e na folha de rosto dos livros.[49]
Ver também
[editar | editar código]- Random House, editora que adquiriu a Alfred A. Knopf em 1960
- Penguin Random House, grupo editorial do qual a Knopf faz parte
- Doubleday, editora reunida à Knopf no Knopf Doubleday Publishing Group
- Bertelsmann, empresa proprietária da Penguin Random House
Referências
- ↑ Claridge 2016
- ↑ «Penguin Random House». Bertelsmann (em inglês). Bertelsmann SE & Co. KGaA. Consultado em 27 de maio de 2020
- 1 2 3 4 «Alfred A. Knopf, Inc.: An Inventory of Its Records at the Harry Ransom Center». Harry Ransom Center (em inglês). The University of Texas at Austin. Consultado em 7 de setembro de 2026
- 1 2 3 4 5 6 Swanson, Clare (15 de maio de 2015). «A Century of Alfred A. Knopf». Publishers Weekly (em inglês). Consultado em 24 de setembro de 2015. Arquivado do original em 25 de setembro de 2015
- ↑ Clements, Amy Root (2014). The Art of Prestige: The Formative Years at Knopf 1915-1929 (em inglês). Amherst: University of Massachusetts Press
- ↑ Claridge 2016, pp. 29–47
- ↑ Claridge 2016, pp. 54–57
- ↑ Claridge 2016, pp. 29–47
- ↑ Claridge 2016, p. 5
- ↑ Claridge 2016, pp. 29–47
- ↑ Claridge 2016, pp. 29–47
- ↑ Knopf, Alfred A.; Cather, Willa; Mencken, H. L.; Williams, Marian Allen (1920). The Borzoi 1920: being a sort of record of five years' publishing (em inglês). New York: Knopf
- ↑ «About the Borzoi Reader Online» (em inglês). Consultado em 6 de abril de 2016
- ↑ Claridge 2016, pp. 65–78
- ↑ Claridge 2016, pp. 61–63
- ↑ Claridge 2016, pp. 61–63
- ↑ Claridge 2016, pp. 61–63
- ↑ Claridge 2016
- ↑ «Alfred A. Knopf - First Edition Identification». Biblio.com (em inglês). Consultado em 1 de junho de 2017
- ↑ Claridge 2016, pp. 81–83
- ↑ «The Kahlil Gibran Collective». Kahlil Gibran Collective (em inglês). Consultado em 2 de maio de 2026
- ↑ Semonche, John E. (2007). Censoring Sex: A Historical Journey Through American Media (em inglês). [S.l.]: Rowman & Littlefield. ISBN 978-0-7425-5132-9
- ↑ Boyer, Paul S. (1 de agosto de 2002). Purity in Print: Book Censorship in America from the Gilded Age to the Computer Age (em inglês). [S.l.]: University of Wisconsin Press. ISBN 978-0-299-17583-2
- ↑ Cahill, Edgar H. (17 de agosto de 1921). «Purity in the Sixth Printing». The Nation (em inglês). 113: 181–182
- ↑ «TRADUÇÃO E/COMO SOFT POWER: LITERATURA LATINO-AMERICANA NOS EUA DURANTE A GUERRA FRIA». Machado de Assis em Linha. Consultado em 7 de setembro de 2026
- ↑ «Alfred A. Knopf, Inc.: An Inventory of Its Records at the Harry Ransom Center» (PDF). Harry Ransom Center (em inglês). The University of Texas at Austin. p. 372. Consultado em 7 de setembro de 2026
- ↑ «FOB: Firms Out of Business - Penn Publishing Company». Harry Ransom Center (em inglês). The University of Texas at Austin. Consultado em 7 de setembro de 2026
- ↑ Claridge 2016, pp. 297–298
- ↑ Claridge 2016, pp. 297–298
- ↑ Claridge 2016, pp. 302–303
- ↑ Claridge 2016, pp. 302–303
- ↑ Conley, Robert (15 de março de 1959). «3 Book Executives Forming Own Firm». The New York Times (em inglês). Consultado em 12 de maio de 2018
- ↑ Knopf, Alfred A. «The Borzoi Credo» (em inglês). Borzoi Reader. Consultado em 24 de setembro de 2015
- ↑ Korda, Michael (1999). Another Life: A Memoir of Other People (em inglês) 1 ed. New York: Random House. ISBN 0679456597
- ↑ «Knopf: Then and Now». AIGA/NY (em inglês). 21 de outubro de 2009. Consultado em 6 de abril de 2010. Arquivado do original em 16 de junho de 2010
- ↑ McDowell, Edwin (29 de setembro de 1988). «McGraw-Hill Is Buying 2 Random House Units». The New York Times (em inglês)
- ↑ Flamm, Matthew (3 de dezembro de 2008). «Shakeups hit Random House, other publishers». Crain's New York Business (em inglês). Consultado em 6 de abril de 2010
- ↑ «Knopf». Knopf Doubleday (em inglês). Consultado em 21 de maio de 2020
- ↑ Edgecliffe-Johnson, Andrew; Wiesmann, Gerrit (26 de outubro de 2012). «Penguin and Random House in deal talks». Financial Times (em inglês). Consultado em 12 de agosto de 2013. Cópia arquivada em 11 de dezembro de 2022
- 1 2 3 Bosman, Julie (1 de julho de 2013). «Penguin and Random House Merge, Saying Change Will Come Slowly». The New York Times (em inglês). ISSN 0362-4331. Consultado em 4 de abril de 2016
- ↑ Harris, Elizabeth (14 de julho de 2021). «Knopf Names Jordan Pavlin Its Editor in Chief». The New York Times (em inglês). Consultado em 4 de abril de 2023
- ↑ Mendelsund, Peter (7 de agosto de 2014). «What's the Purpose of Book Jackets in a Digital World?». Slate Magazine (em inglês). Consultado em 12 de junho de 2022
- ↑ Knopf, Alfred A.: Portrait of a Publisher, 1915-1965 (em inglês). 2. New York: Typophiles. 1965
- ↑ «2013 Winners and Finalists» (em inglês). The Pulitzer Prizes. Consultado em 28 de outubro de 2015
- ↑ «MHA Awards» (PDF). Mormon History Association (em inglês). Consultado em 12 de maio de 2021. Arquivado do original (PDF) em 13 de fevereiro de 2012
- ↑ «2003 Newbery Medal and Honor Books». Association for Library Service to Children (em inglês). 2003. Consultado em 12 de maio de 2021. Cópia arquivada em 5 de novembro de 2011
- ↑ «National Book Awards - 2009» (em inglês). National Book Foundation. Consultado em 28 de outubro de 2015
- ↑ Claridge 2016
- ↑ Claridge 2016
Fontes citadas
[editar | editar código]- Claridge, Laura (2016). The Lady with the Borzoi: Blanche Knopf, Literary Tastemaker Extraordinaire (em inglês). New York: Farrar, Straus and Giroux. ISBN 9780374114251. OCLC 908176194
