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Vantiva

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Technicolor SA)
 Nota: Não confundir com Technicolor.
Vantiva SA
Nome(s) anterior(es)Compagnie française pour l'exploitation des procédés Thomson-Houston, 1893–1966
Thomson-Brandt SA, 1966–1982
Thomson SA, 1982–2010
Technicolor SA, 2010–2022
Empresa de capital aberto
CotaçãoEuronext Paris: VANTI
CAC Small
AtividadeServiços criativos
Tecnologia
Banda larga
Fundação1893
SedeParis, França
Pessoas-chaveBrian Shearer, presidente do conselho de administração
Tim O'Loughlin, CEO e diretor
EmpregadosAumento 16.676, 2021
AtivosBaixa € 3,0 bilhões, 2021
ReceitaBaixa € 2,9 bilhões, 2021
LucroAumento € 30 milhões, 2021
Renda líquidaBaixa € 140 milhões, 2021
Websitewww.vantiva.com
  • Notas de rodapé / referências
  • Patrimônio líquido: Baixa € 134 milhões, 2021.[1]

Vantiva SA, anteriormente denominada Thomson, entre 1982 e 2010, e Technicolor, entre 2010 e 2022, é uma empresa multinacional francesa que fornece produtos e serviços de tecnologia para os setores de comunicação, mídia e entretenimento. Sua sede fica em Paris.[2] A Vantiva também mantém escritórios em Rennes, na França, Pequim, na China, Seul, na Coreia do Sul, Chennai, na Índia, Edegem, na Bélgica, Norcross, nos Estados Unidos, e Manaus, no Brasil.

A origem da empresa remonta à norte-americana Thomson-Houston Electric Company, antecessora da General Electric, cuja subsidiária francesa foi criada em Paris em 1893.[3] A Thomson-Houston francesa especializou-se em equipamentos para produção e distribuição de eletricidade e manteve por décadas uma colaboração tecnológica e de patentes com a General Electric, encerrada em 1953.[4][5] No início da década de 1960, havia se transformado em um grande conglomerado, com produtos que iam de equipamentos de telecomunicações e televisores a lâmpadas e mísseis antiaéreos, embora ainda tivesse escala inferior à da Philips e da Siemens.[6] Em 1966, a Thomson fundiu-se com a Hotchkiss-Brandt, formando a Thomson-Houston-Hotchkiss-Brandt, que pouco depois adotou o nome Thomson-Brandt.[3] Em 1968, os negócios eletrônicos da Thomson-Brandt e da Compagnie Générale de Télégraphie Sans Fil foram reunidos na Thomson-CSF.[5]

A Thomson-Brandt e sua subsidiária Thomson-CSF foram nacionalizadas pelo governo de Pierre Mauroy em 1982 e agrupadas sob a Thomson SA.[7] Em 1987, a Thomson comprou o negócio de eletrônicos de consumo da General Electric, que abrangia a marca RCA.[8] Com outras aquisições, chegou a ser a quarta maior fabricante mundial de eletrônicos de consumo, atrás de Matsushita, Sony e Philips. Os televisores RCA estavam entre os mais vendidos nos Estados Unidos e os Thomson tinham forte presença no mercado europeu.[9][10] Essa parte do grupo, já denominada Thomson Multimedia, acumulou prejuízos e passou por uma privatização. A Thomson-CSF seguiu um caminho separado e adotou o nome Thales em 2000. A Thomson Multimedia concentrou-se progressivamente em serviços para entretenimento, comprou a Technicolor e vendeu sua fabricação de televisores à TCL em 2004.[11][12][13]

Em 2010, a Thomson Multimedia passou a chamar-se Technicolor SA, adotando o nome de sua subsidiária de tecnologia cinematográfica.[14][15] Em 2022, a divisão de efeitos visuais Technicolor Creative Studios foi separada em uma empresa independente. A companhia remanescente adotou o nome Vantiva.[16]

As atividades da Vantiva são divididas em três unidades:

  • Connected Home: fabrica modems de banda larga e set-top boxes com Android TV.
  • HomeSight: oferece serviços de assistência e monitoramento remoto em residências.
  • Smart Spaces: fornece sistemas de monitoramento para instalações de autoarmazenamento.

A antiga quarta divisão, Supply Chain Solutions, foi vendida em abril de 2025.[17]

História

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1892: fundação da General Electric Company

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A empresa recebeu o nome de Elihu Thomson, engenheiro eletricista nascido em Manchester, na Inglaterra, em 26 de março de 1853. Thomson mudou-se com a família para Filadélfia, nos Estados Unidos, aos cinco anos. Em 1879, fundou com Edwin Houston a Thomson-Houston Electric Company. A empresa fundiu-se com a Edison General Electric Company em 1892 para formar a General Electric. Em 1893, foi criada em Paris a Compagnie française pour l'exploitation des procédés Thomson-Houston, subsidiária francesa da General Electric e antecessora direta do grupo Thomson.[3]

Em 1966, a companhia francesa fundiu-se com a Hotchkiss-Brandt e formou a Thomson-Houston-Hotchkiss-Brandt, logo rebatizada Thomson-Brandt.[3] Em 1968, o negócio eletrônico da Thomson-Brandt foi unido à Compagnie Générale de Télégraphie Sans Fil, formando a Thomson-CSF. A Thomson-Brandt manteve cerca de 40% das ações da nova empresa.[18]

Rádio de bolso Thomson-CSF, de 1972
Logotipo usado nos produtos eletrônicos de consumo da Thomson

1982: Thomson SA e expansão

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Na década de 1990, a Thomson fabricava televisores com tubo de raios catódicos para o mercado europeu.

Em 1982, a Thomson-Brandt e a Thomson-CSF foram nacionalizadas durante a presidência de François Mitterrand. A Thomson-Brandt passou a chamar-se Thomson SA e foi reunida à Thomson-CSF.[7] O Grupo Thomson ficou dividido entre a Thomson-CSF, dedicada a equipamentos de rádio e radiodifusão e, depois, a eletrônica de defesa e aeroespacial, e a Thomson Multimedia, voltada para eletrônicos de consumo. Em 1988, dois anos depois de a General Electric comprar a RCA Corporation, a GE vendeu seu negócio de eletrônicos de consumo à Thomson em troca de parte das atividades médicas desta. A Thomson Consumer Electronics passou a comercializar produtos com as marcas GE e RCA.[19]

Na década de 1990, o governo francês separou as atividades de eletrônicos de consumo das operações de defesa. A Thomson SA foi privatizada, enquanto a Thomson-CSF fez aquisições no setor de eletrônica profissional e adotou o nome Thales em 2000.[7] Em 2005, a Thomson comprou a Cirpack e a Inventel.[20]

Em 13 de fevereiro de 1997, a Thomson Consumer Electronics anunciou o fechamento da fábrica de televisores RCA em Bloomington, no estado de Indiana, e a transferência da produção para Ciudad Juárez, no México.[21]

Em 2000, a Thomson Multimedia comprou a Technicolor da Carlton Television, pertencente à Carlton Communications, e começou a avançar sobre os mercados de gestão de transmissões, instalações técnicas e serviços, comprando também a Corinthian Television. No primeiro trimestre de 2001, adquiriu a divisão de radiodifusão da Philips. Em 2002, comprou o Grass Valley Group, Inc. A Thomson também adquiriu a Moving Picture Company da ITV e a empresa de internet Singingfish, vendida à AOL no fim de 2004. Em 2004, aumentou sua participação na Celstream Technologies, empresa de Bangalore, na Índia, especializada em engenharia de produtos. A Cirpack, fabricante de softswitches, foi incorporada ao grupo em abril de 2005. Em julho daquele ano, a Thomson acertou a compra da PRN Corporation por US$ 285 milhões. Em dezembro, recomprou da Thales parte das atividades de radiodifusão e multimídia.

Em 2004, a Thomson e a chinesa TCL reuniram seus ativos de televisores na TCL-Thomson Electronics, ou TTE. A TCL ficou com 67% da empresa e a Thomson, com 33%. A nova companhia recebeu os ativos industriais de televisores da Thomson e passou a fabricar produtos que usavam, entre outras, as marcas RCA e Thomson.[22] Em 2005, a participação da Thomson na TTE foi trocada por ações da TCL Multimedia.[22]

No mesmo ano, a Thomson vendeu ao grupo indiano Videocon atividades de fabricação de tubos de imagem na Polônia, China e México, além de operações relacionadas. A transação foi concluída em 30 de setembro de 2005. A Thomson recebeu € 240 milhões pelos ativos e pelas tecnologias de tubos e investiu quantia equivalente na Videocon Industries.[22] No início de 2010, a Thomson vendeu à ON Corporation os direitos de fabricação de televisores com a marca RCA.

Em setembro de 2005, a Thomson apresentou pela primeira vez sua câmera de vídeo Infinity. No lançamento em abril de 2006, ela foi apresentada como parte de uma linha de dispositivos de aquisição, gravação e armazenamento baseada em tecnologias de informática.[23] O projeto buscava reduzir a dependência de sistemas proprietários e foi inspirado por uma visita de um executivo da Grass Valley a uma loja Fry's Electronics, em Burbank, para comprar um dispositivo de backup de computador.[24]

Também em 2005, o executivo de marketing Nicholas de Wolff elaborou um plano para criar centros interativos de inovação nos quais projetos de pesquisa pudessem ser apresentados a dirigentes do setor e clientes.[25] Foram instalados centros em Burbank, nos Estados Unidos, Rennes, na França, Hannover, na Alemanha, e Pequim, na China.[26] A empresa também passou a apresentar protótipos e provas de conceito em feiras como a NAB.[27]

Em fevereiro de 2007, a divisão Technicolor Content Services da Thomson Multimedia anunciou um investimento no estúdio indiano de animação Paprikaas para ampliar suas atividades de serviços de entretenimento.[28] Em dezembro, a Technicolor fez uma parceria com a DreamWorks Animation para auxiliar a Paprikaas no recrutamento, treinamento e desenvolvimento de profissionais de animação.[29] Em janeiro de 2010, a Technicolor já controlava 100% da Paprikaas.[30] Os escritórios da Technicolor em Délhi foram integrados à Paprikaas, e o estúdio passou a chamar-se Technicolor India em maio de 2010.[31][32]

A Thomson começou a se desfazer de suas atividades de áudio, vídeo e acessórios em meados da década de 2000. O negócio norte-americano de acessórios foi vendido à Audiovox em janeiro de 2007. No fim daquele ano, a Audiovox comprou também as atividades de áudio e vídeo da Thomson fora da Europa e recebeu direitos mundiais de uso da marca RCA nesse segmento. Na Europa, a Thomson encerrou as demais atividades de áudio, vídeo e acessórios, com exceção da Skymaster, vendida à Arques Industries.[22][33]

2009–2010: mudança para Technicolor

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Em 29 de janeiro de 2009, a Thomson anunciou que pretendia vender os negócios PRN e Grass Valley para concentrar-se em serviços e melhorar sua situação financeira.[34] A companhia enfrentava uma crise financeira que levou a uma ampla reestruturação para evitar a insolvência.[35] Entre 2010 e fevereiro de 2011, já sob a marca Technicolor, vendeu a Grass Valley e seus negócios de radiodifusão à Francisco Partners, em operações realizadas em julho e dezembro de 2010.[36] A atividade de transmissão foi vendida ao PARTER Capital Group, o negócio de head-end ao Fonds de Consolidation et de Développement des Entreprises, e a PRN foi reintegrada ao grupo.[37]

Em 20 de junho de 2012, a Vector Capital venceu a disputa por uma participação minoritária na Technicolor,[38] superando a JPMorgan com uma proposta apresentada no fim do processo.[39] Com um investimento de € 167 milhões a € 191 milhões, a Vector poderia deter até 29,94% da Technicolor.[40] Em 21 de junho, após a operação, a Technicolor nomeou Remy Sautter presidente do conselho e incluiu dois representantes da Vector Capital, Alexander Slusky e David Fishman, no colegiado.[41]

Em 3 de julho de 2012, a divisão de serviços de radiodifusão da Technicolor foi adquirida pela Ericsson.[42][43][44]

2014: aquisições de estúdios criativos

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Em 10 de junho de 2014, a Technicolor anunciou a aquisição do estúdio canadense de efeitos visuais Mr. X Inc.[45] No mesmo ano, fechou seu último laboratório de película cinematográfica.[46]

Em 25 de fevereiro de 2015, a Technicolor comprou a produtora francesa independente de animação OuiDo! Productions. Em 23 de julho, a Cisco Systems anunciou a venda de seu negócio de set-top boxes e modems a cabo à Technicolor por US$ 600 milhões. A unidade tinha origem na Scientific Atlanta, comprada pela Cisco por US$ 6,9 bilhões.[47][48] A transação foi concluída em 20 de novembro.[49]

Em 15 de setembro de 2015, a Technicolor comprou o estúdio londrino The Mill por € 259 milhões, equivalentes a US$ 293,4 milhões.[50]

Em 13 de novembro de 2015, adquiriu da Cinram Group, Inc. os ativos norte-americanos de fabricação e distribuição de discos ópticos por cerca de € 40 milhões.[51][52]

Em julho de 2018, a Technicolor concluiu a venda de seu negócio de licenciamento de patentes à InterDigital por US$ 475 milhões.[53] Em fevereiro de 2019, anunciou ter recebido da mesma empresa uma oferta vinculante por suas atividades de pesquisa e inovação.[54]

Em dezembro de 2019, a Technicolor e seu ex-CEO Frederic Rose foram indiciados na França por fraude e abuso de confiança em um caso relacionado à falência do grupo de pós-produção Quinta Industries, de Tarak Ben Ammar, e à compra posterior da empresa pela Technicolor, em janeiro de 2012.[55]

2020–2025: reestruturação e mudança para Vantiva

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Em junho de 2020, a Technicolor apresentou nos Estados Unidos um pedido de proteção sob o Capítulo 15 do Código de Falências, em meio aos efeitos da pandemia de COVID-19,[56] e passou por uma reestruturação sob a direção de Richard Moat. Em 2021, a marca de pós-produção Technicolor foi vendida à Streamland Media, de Los Angeles. A operação fazia parte da decisão de concentrar o grupo em efeitos visuais e animação para cinema, publicidade, jogos e eventos ao vivo.[57]

Após a reestruturação, a Technicolor informou melhora dos resultados no terceiro trimestre de 2021, apesar das restrições de oferta que afetavam Connected Home e Technicolor Creative Studios.[58]

Em maio de 2021, a Technicolor criou a Technicolor Creative Studios para reunir seus estúdios de efeitos visuais e animação.[59] A rede era formada por The Mill, MPC Film, MPC Episodic, MPC Advertising, Mikros Animation e Mr. X. Christian Roberton, presidente da Technicolor Creative Studios, afirmou que a empresa previa contratar até 4.000 artistas de efeitos visuais.

Em janeiro de 2022, a MPC Advertising foi incorporada à The Mill, formando uma única rede de estúdios sob a marca The Mill.[60] No mesmo mês, MPC Film, MPC Episodic e Mr. X foram reunidas sob a marca Moving Picture Company, ou MPC.[61]

Em fevereiro de 2022, a Technicolor anunciou a separação da Technicolor Creative Studios em uma empresa independente, com ações negociadas na Euronext Paris. A Technicolor SA ficaria com 35% do capital da nova companhia. Nos resultados anuais divulgados naquele mês, o grupo informou que suas três divisões eram lucrativas e que dois terços da carteira de trabalho prevista para 2022 da Technicolor Creative Studios já estavam contratados.[62]

A separação da Technicolor Creative Studios foi concluída em 27 de setembro de 2022. No mesmo dia, a empresa remanescente anunciou a adoção do nome Vantiva.[63] Em novembro de 2022, a Vantiva ainda detinha 35% da Technicolor Creative Studios, que operava como empresa independente.

Em outubro de 2023, a Vantiva anunciou um acordo para adquirir a divisão Home Networks da CommScope em troca de uma participação de 25% da CommScope na Vantiva.[64] A aquisição foi concluída em 2 de janeiro de 2024.[65][66]

Em fevereiro de 2025, a Vantiva iniciou na França um processo de consulta com representantes dos trabalhadores sobre a situação econômica, social e financeira da empresa e mudanças planejadas em sua estrutura. O processo levou a um plano de eliminação de determinados cargos por motivos econômicos.[67] Em 1 de abril de 2025, a empresa concluiu a venda da divisão Supply Chain Solutions a fundos administrados pela Variant Equity. O negócio passou a operar de forma independente com o nome Conectiv.[17]

Unidades da empresa

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Connected Home

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Connected Home é a divisão da Vantiva que produz gateways de banda larga, set-top boxes e dispositivos para Android TV. Em setembro de 2020, tinha a maior participação, fora da China, no mercado de gateways e modems de banda larga.[68]

Smart Spaces

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Smart Spaces fornece sistemas para monitoramento em tempo real das condições físicas e ambientais de instalações de autoarmazenamento, permitindo sua gestão remota por administradores e clientes.

Em setembro de 2023, a Vantiva lançou dentro de Smart Spaces uma unidade denominada Smart Storage.[69]

HomeSight

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HomeSight é uma plataforma de assistência conectada desenvolvida pela Vantiva para permitir que idosos vivam de forma independente e permaneçam em contato com cuidadores, familiares e profissionais de saúde. A televisão é usada como interface principal para chamadas de vídeo, compartilhamento de fotografias, lembretes de saúde e acesso a comunidades virtuais.[70]

O sistema também pode utilizar sensores ambientais e dispositivos médicos conectados para acompanhar atividades e dados relacionados ao bem-estar, fornecendo informações aos responsáveis pelo cuidado.[70]

Anteriores

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Licenciamento de marcas

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A divisão de licenciamento de marcas da Technicolor administrava marcas de eletrônicos de consumo, entre elas RCA e Thomson. Em 31 de maio de 2022, a Technicolor concluiu a venda dessas operações por cerca de € 100 milhões.[71]

Technicolor Creative Studios

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Antes de sua separação da Vantiva, a Technicolor Creative Studios reunia quatro estúdios principais:[72]

  • The Mill, dedicada a efeitos visuais, imagens em movimento, design, experiências e projetos digitais para publicidade e música.
  • Moving Picture Company, ou MPC, dedicada a efeitos visuais, computação gráfica, animação e motion design para cinema e televisão.
  • Mikros Animation, dedicada a computação gráfica e animação para longas-metragens e produções episódicas.
  • Technicolor Games, dedicada à criação de conteúdo e experiências imersivas para jogos eletrônicos.

Administração executiva

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Comitê executivo

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  • Tim O'Loughlin, CEO
  • Lars Ihlen, CFO
  • Aline Bourcereau, diretora de conformidade e sustentabilidade
  • Dan Zambrano, diretor jurídico
  • Nicolas Calbrix, chefe de controladoria do grupo
  • Phil Baldock, diretor de operações do grupo
  • Olga Damiron, diretora de pessoas e talentos
  • Jean-François Fleury, vice-presidente sênior de cadeia de suprimentos e operações globais da Connected Home
  • Ron Alterio, vice-presidente sênior de engenharia da Connected Home
  • Ashwani Saigal, vice-presidente sênior de gestão de produtos da Connected Home
  • Dirk Cosemans, vice-presidente sênior da unidade de clientes da Connected Home para a Eurásia
  • Steve Kaufman, vice-presidente sênior da unidade de clientes da Connected Home para as Américas
  • Navneeth Kannan, vice-presidente sênior de soluções de diversificação

Conselho de administração

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  • Brian Shearer, presidente
  • Tim O'Loughlin, CEO e diretor
  • CommScope Holding Company, Inc., representada por Krista Bowen, diretora
  • Angelo Gordon & Co., L.P., representada por Nicola Mueller, diretora
  • Bpifrance Participations, representada por Thierry Sommelet, diretor independente
  • Laurence Lafont, diretora independente
  • Tony Werner, diretor independente
  • Katleen Vandeweyer, diretora independente
  • Karine Brunet, diretora independente
  • Thierry Amarger, diretor independente
  • Barclays Bank Ireland, representado por Shabab Ditta, observador do conselho

Ver também

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  • Thomson-CSF, empresa formada a partir dos negócios de eletrônica profissional do grupo Thomson
  • STMicroelectronics, fabricante de semicondutores formada em parte a partir da Thomson Semiconducteurs
  • TCL Technology, parceira da Thomson na TCL-Thomson Electronics
  • Technicolor, tecnologia cinematográfica cujo nome foi adotado pela empresa em 2010

Referências

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  2. ↑ «Privacy Policy». Vantiva. Consultado em 9 de setembro de 2026
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  4. ↑ «Company History». britishtelephones.com. Consultado em 28 de agosto de 2026
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  10. ↑ «Thomson Multimedia's Losses In '96 Widened to $536 Million». The Wall Street Journal (em inglês). 7 de março de 1997. ISSN 0099-9660. Consultado em 28 de agosto de 2026
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Ligações externas

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  • Dados comerciais para Vantiva: