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13/02/16

Desejos #3

Olá, pessoas queridas! Como estão? E o carnaval, foi tri louco ou tranquilo?
Eu estou bem, curtindo um sábado de muita preguiça, penúltimo dia de descanso desse longo feriado de carnaval.

Eu amo livros, quem me conhece sabe disso. No entanto, há um tempo que estou meio impossibilitada de adquirir livros, por meio de compra, permuta ou em forma de presente. O motivo é que não há mais espaço na minha estante de livros. Depois de uns tempos sendo parceria de uma editora bacaninha, minha estante ficou lotadíssima. Alguns livros são ótimos e eu não quero abrir mão deles. Outros eu ainda não li, mas pretendo ler, então não posso dar adeus. E, por fim, há os que não eu li e não tenho interesse em ler, e por isso pretendo passá-los adiante. Só assim terei espaço pra obter livros que são do meu interesse e que até então não podia por não haver mais espaço pra guardá-los. Em breve, pretendo separar os livros e, finalmente, doá-los. Afinal, um livro que pode não ter me cativado, pode, facilmente, cativar outro alguém. Acredito piamente todos que podem vir a ser leitores. Basta, apenas, encontrar o livro que desperte interesse e devorar como se não houvesse amanhã. 

Dentre muitos livros que quero ter, listarei aqui, abaixo, alguns títulos de editoras que respeito e gosto bastante do trabalho:

Título: O cinema de meus olhos
Autoria: Vinicius de Morais
Organização: Carlos Augusto Calil
Páginas: 512
Gênero: Literatura Nacional / Cinema
Lançamento: 08/12/2015
Editora: Companhia das Letras

Sinopse: Vinicius de Moraes amava o cinema. Mantinha o hábito de frequentar a sala escura, escrevia críticas e comentários, acompanhava as mudanças - tecnológicas e estéticas - da sétima arte. Essa convivência com filmes aumentou bastante quando, no final da década de 1940, o então jovem diplomata foi servir no consulado geral do Brasil em Los Angeles. Nameca do cinema, pôde conviver com estrelas como Orson Welles e Carmen Miranda, entre outras. Esta edição, organizada pelo crítico Carlos Augusto Calil, traz novos textos de Vinicius de Moraes sobre o cinema, seus grandes diretores, as grandes estrelas. Líricos, por vezes críticos, sempre muito bem-informados, os escritos cinematográficos do grande poeta brasileiro continuam um convite ao prazer das telas e das páginas.


Por quê? Porque eu amo as canções e as poesias de Vinicius de Moraes, e há pouco tempo brotou em mim o desejo de saber mais sobre cinema. Quero, um dia, poder dizer que entendo de cinema - pelo menos um pouquinho. Será uma experiência muito prazerosa ver o cinema pelos olhos do Poetinha.


Título: Mulheres de Cinzas #1
Autoria: Mia Couto
Páginas: 344
Gênero: Literatura Estrangeira / Romance Histórico
Lançamento: 16/11/2015
Editora: Companhia das Letras

Sinopse: Primeiro livro da trilogia As Areias do Imperador, Mulheres de cinzas é um romance histórico sobre a época em que o sul de Moçambique era governado por Ngungunyane (ou Gungunhane, como ficou conhecido pelos portugueses), o último dos líderes do Estado de Gaza - segundo maior império no continente comandado por um africano.
Em fins do século XIX, o sargento português Germano de Melo foi enviado ao vilarejo de Nkokolani para a batalha contra o imperador que ameaçava o domínio colonial. Ali o militar encontra Imani, uma garota de quinze anos que aprendeu a língua dos europeus e será sua intérprete. Ela pertence à tribo dos VaChopi, uma das poucas que ousou se opor à invasão de Ngungunyane. Mas, enquanto um de seus irmãos lutava pela Coroa de Portugal, o outro se unia ao exército dos guerreiros do imperador africano.
O envolvimento entre Germano e Imani passa a ser cada vez maior, malgrado todas as diferenças entre seus mundos. Porém, ela sabe que num país assombrado pela guerra dos homens, a única saída para uma mulher é passar despercebida, como se fosse feita de sombras ou de cinzas.
Ao unir sua prosa lírica característica a uma extensa pesquisa histórica, Mia Couto construiu um romance belo e vívido, narrado alternadamente entre a voz da jovem africana e as cartas escritas pelo sargento português.
“Um romance notável, de grande força expressiva.” - Milton Hatoum

Por quê? Porque o lirismo e as reflexões causadas pela literatura de Mia Couto são verdadeiros bálsamos para mente e para o coração. Me encantei por Mia quando li O Fio das Missangas, coletânea contendo 29 tocantes contos. Tenho certeza que esse livro é ótimo, pelo fato de ser de autoria de Mia, bem como por se tratar de um romance histórico. Eu amo romances históricos!


Título: Uma História de Solidão
Autoria: John Boyne
Páginas: 416
Gênero: Literatura Estrangeira / Ficção
Lançamento: 15/01/2016
Editora: Companhia das Letras
Sinopse: Odran Yates era um garoto tímido nascido na Irlanda dos anos 1950. O país tinha uma longa tradição católica, e as leis da Igreja moldavam a sociedade com rigor claustrofóbico. Filho de um pai alcoólatra, que morreu com a certeza de que era um grande ator, e de uma mãe que abandonara a carreira de aeromoça para cuidar da família, Odran abraçou o caminho eclesiástico como único destino possível.
Primogênito de um lar disfuncional, que se tornou sufocante após uma tragédia familiar, Odran obedece à mãe e vai estudar em um seminário, onde conhece Tom Cardle, de quem se torna amigo. Ao contrário de Odran, tímido, inocente e reservado, Tom era irritadiço e rebelde. Não fossem os maus-tratos constantes do pai, ele nunca teria nem sequer passado em frente a uma igreja. Já Odran concluiria mais tarde que o sacerdócio era realmente adequado à sua personalidade.
Antes de se formar e ainda muito jovem, Odran fora designado para uma missão no Vaticano: caberia a ele servir pontualmente o café da manhã e o leite noturno do sumo pontífice - durante um ano, sete dias por semana -, incumbência que cumpriu com o rigor e o silêncio de “um fantasma”, como descreveria.
Da ingenuidade dos primeiros anos de colégio à descoberta dos segredos mais bem guardados da Igreja, o padre Odran Yates descreve uma Irlanda repleta de contradições e ódio por trás de um projeto social baseado nos bons costumes. Vive a decadência de seu ofício, que, diante de tantas denúncias de abuso sexual, passa a ser visto com desconfiança.
Mais do que lidar com a vida sofrida daqueles que ama e as implicações políticas de seu trabalho, o padre Yates tenta fazer um acerto de contas com a própria consciência, depois de ter sido convencido de que era inocente demais para entender o que ocorria ao seu redor.

Por quê? John Boyne é um escritor estrangeiro que há muito tempo vem me chamando a atenção. Ainda não conheço a sua escrita, mas absolutamente todas as resenhas e sinopses que leio acerca de seus livros são sempre incríveis, intrigantes e convidativas. Faz muito tempo que eu quero mergulhar em um dos romances de Boyne, que, segundo a maioria dos que o conhece, são densos, repletos de sentimentos e reflexões extremamente válidas. Essa temática, então, me interessou pelo fato de eu ter minhas curiosidades e críticas em relação aos dogmas e costumes da igreja católica. Penso que pode ser uma leitura bastante satisfatória.


Título: O Nadador
Autoria: Joakim Zander
Páginas: 320
Gênero: Literatura Estrangeira / Ficção
Lançamento: 22/01/2016
Editora: Intrínseca
Sinopse: Damasco, Síria, início dos anos 1980. Um agente secreto norte-americano abandona a filha recém-nascida em meio a um bombardeio, entregando-a a um destino incerto. A incapacidade de se perdoar o faz fugir do passado, levando-o ao Líbano, ao Afeganistão, ao Iraque - a qualquer lugar onde o perigo e a tensão o permitam esquecer seu erro.
Klara Walldéen foi criada pelos avós em uma ilha remota na Suécia. Assessora em início de carreira no Parlamento Europeu, em Bruxelas, ainda está aprendendo a navegar pelo ardiloso mundo da política quando acessa informações que não deveria, e se torna alvo de uma perigosa perseguição pela Europa. Apenas o ex-agente secreto poderá salvá-la. Mas, para isso, os dois precisarão revelar quem são. E o tempo está se esgotando.
Alternando habilmente entre passado e presente, entre Suécia, Síria e Estados Unidos, Joakim Zander tece uma rede de intrigas e suspense em um estilo sofisticado e descritivo que transformou O nadador em um estrondoso sucesso.

Por quê? Recentemente uma amiga querida compartilhou um post-divulgação da Intrínseca na minha linha do tempo no Facebook. Tratava-se de um trecho do livro O Nadador, de Joakim Zander. Desconhecia o título e o autor, até então. Pois bem, transcrevarei aqui: "Nadar mantém a culpa longe de mim. A repetição e o hábito a mantêm longe de mim. Na água, estou temporariamente seguro. Assim que paro, ouço o som da ignição do carro, vejo a imagem de uma criança muito pequena sob cacos de vidro, pedaços de concreto."
A maioria que me lê sabe que eu sou fissurada por natação, é tanto que sou nadadora paralímpica e nado cinco vezes por semana pra alimentar a minha paixão. Quando li esse trecho, senti empatia. Fiquei curiosa em saber do quê, ou de quem, o personagem vive a fugir. A estória que Joakim criou, segundo a Intrínseca, é um Thriller de tirar o fôlego. Poderia deixar de desejar esse livro? Não!


Título: A Arte do Descaso
Autoria: Cristina Tardáguila     
Páginas: 192
Gênero: Literatura Nacional / Não Ficção
Lançamento: 31/01/2016
Sinopse: Em pleno Carnaval, quatro homens invadiram o Museu da Chácara do Céu, no bairro de Santa Teresa no Rio de Janeiro, e roubaram cinco obras de arte: um Dalí, um Matisse, um Monet e dois Picassos, cujo valor estimado, na época, ultrapassava 10 milhões de dólares. Naquela tarde de 24 de fevereiro de 2006, os ladrões, de posse de uma granada, renderam os três seguranças, desligaram o sistema de câmeras de vigilância e fizeram nove reféns. Um dos invasores subiu em um móvel histórico para, com uma faca, cortar os fios de náilon que seguravam um dos quadros. Meia hora depois, saíram pela mata para nunca mais serem vistos. Até hoje se trata do maior roubo de arte do Brasil e do oitavo do mundo.
Decidida a desvendar o mistério, a jornalista Cristina Tardáguila chegou a se colocar em situações de risco a fim de encontrar respostas. Em sua jornada, ela viajou para a Europa e mergulhou no mundo obscuro dos crimes de arte. A partir de meticulosa apuração dos eventos, muito maior do que a da própria polícia, a autora produziu uma narrativa vibrante, cheia de reviravoltas dignas de um thriller, construída apenas com fatos.

Por quê? Sabe quando batemos os olhos numa sinopse e soltamos um animado "Esse livro parece ótimo! Quero!"? Foi o que aconteceu comigo quando li a sinopse desse livro de não-ficção da Cristina Tardáguila . Não conhecia a autora nem os seus trabalhos como jornalista e repórter, mas essa sinopse foi o suficiente pra me fazer querer conhecê-la. Tardáguila me pareceu ser como os jornalistas e repórteres que tanto admiro: destemidos e que se jogam em uma investigação para buscar todas as respostas que brotam em suas mentes criativas e inteligentes. Claro que preciso conhecer esse trabalho da Cristina!

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Por hoje, é só, coisas lindas!
Essa foi a minha pequena lista de desejos literários. Quem quiser me fazer feliz contribuindo para aquisição desses lindos livros, favor enviar um e-mail para sacudindopalavras@live.com e eu passo as instruções sobre como me mandar presentes. Como devem ter percebido, não há timidez em mim quando se trata de adquirir livros. Sinto muito prazer em trocar, comprar e ganhar livros! Sobretudo, ganhar! (risos)
Um grande abraço.
Hasta la vista!  
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05/04/15

♫ Bailando... ♫

E aí, queridões e queridonas! Como estão vocês? Lindos(as), leves e soltos(as)? Olha, eu espero que sim!
Hoje, eu queria falar um pouco de algo que gosto muito mesmo: dançar. Em outras palavras, remexer o esqueleto, sacudir o corpitcho, bailar adoidado! Dançar é tão legal, tão relaxante, que se pode dizer que, quem dança, seus males espanta.
Participei de uma aula de dança na academia na qual faço musculação na última quarta-feira e fiquei assim, toda animadinha sobre tudo que envolve dança e já quero ir a todas as aulas (o problema é arranjar tempo pra isso). Confesso que pensei duas vezes se entrava na aula, por dois motivos: cansaço porque já havia feito a minha sessão diária de musculação e natação, e o segundo é porque estava com receio de todo mundo dançar muito bem e eu ser a descoordenada da turma. No entanto, foi ótimo. Ri bastante enquanto dançava, não só de mim quando errava os passos, mas dos outros que também se perdiam e/ou paravam um pouco de dançar quando o fôlego sumia. E, geeente do céu, nunca suei tanto na vida! Exercício aeróbico fabuloso! Fabulosa foi a forma como eu saí da academia, mal me mantendo em pé. Fiquei mortinha, mas valeu a pena. Foi um dia produtivo, cansativo, mas o que mais valeu foi por ter sido bem alegre. Sério, aflorou em mim uma Shakira na aula de dança, 'cês não têm noção do fenômeno chamado Ericona quebrando as cadeiras! (*risos*) 
Há quem tenha um gingado natural e consiga decorar os passos com facilidade. Eu não acho que eu tenha gingado e sou meio descoordenada, mas, meus amigos, me divirto loucamente quando me ponho a dançar, do meu jeitinho mesmo, todo torto e louquinho. E, caramba, é assim que tem que ser, não é? Temos que nos sentir bem conosco mesmos, com nossos corpos e nos alegrar da melhor maneira que podemos. O que não devemos é nos privar da alegria e da ousadia por acharmos que passaremos vergonha ou por temer que alguém vai nos olhar atravessado e rir dos nossos alucinados passos. Que achem graça! Que riam à vontade! Que nós ríamos mais ainda, botando o nosso corpinho pra balançar e fazendo a nossa festa particular.
Fiz uma seleção de músicas bem alto astral e altamente dançante (em sua maioria, latinas), para que permitamos que o/a dançarino(a) que existe em nós venha à tona.
DJ, pode soltar a batida que é a hora do nosso show!

Para abrir, escolhi Bailando, de Enrique Iglesias, com participação de Luan Santana. Não acompanho a carreira de nenhum dos dois, mas, quando ouvi essa música na rádio, gostei dela e me pus a dançar. Fala de fogo, loucura e suor. Ui, danadinhos! (*risos*) Ei-la:


Quando era adolescente, um dos sucessos latinos de quem mais se ouvia falar era Ricky Martin. O ritmo das músicas é envolvente pra caramba e eu adoro dançar ao som de Ricky. Escolhi duas músicas dessa criatura sensual, a primeira é Maria.


A segunda é Livin' La Vida Loca. Que possamos colocar um pouco de loucura boa na nossa vida e aproveitar cada momento intensamente.


Claro que nessa seleção quase que exclusivamente latina não poderia faltar a diva da Colômbia, senhorita Shakira, de voz e gingado ímpares. A primeira que escolhi foi Hips Don't Lie. Caramba, essa mulher dança de um modo muito único e tem um molejo no corpo que não é normal, não. Detona, essa tal de Shakira!


A segunda que escolhi da Shakira, o furacão colombiano, foi Waka Waka. Gente, sério, essa é a melhor música-tema de uma copa. Eu adorei a Copa da África. Sei lá, teve uma magia muito bacana e muito envolvente que, infelizmente, não houve aqui no Brasil. Mesmo depois da Copa do Mundo, fiquei ouvindo por bastante tempo Waka Waka, pela sensação boa que dá e pelo ritmo que dá um desejo enorme de dançar.


E, para finalizar a lista, Timber, de Ke$ha com Pitbull (na realidade, não sei direito quem são esses dois). Eu conheci essa música no site da academia que frequento e gostei tanto do ritmo, que resolvi descobri que diacho de música chiclete era aquela. E, claro, é bem dançante! 


Assim, findo a lista. Espero que curtam, nem que seja um pouco, essa seleção musical tresloucada e balancem pelo menos um dedinho do pé!
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Um abraço da @ericona.
Hasta la vista!

11/02/14

Desejos #2


Carambolas saltitantes! A primeira lista de desejos que postei aqui data do dia 19 de setembro de 2012. Dados assim me jogam na cara que por muito tempo andei afastada dessa blogosfera tão amada. O que passou, passou. Se eu demorei a postar a segunda lista, que pena, mas sigamos em frente. Ah, uma das coisas tristes, mas muito tristes que eu não posso deixar de registrar sobre a primeira lista: não ganhei/adquiri nenhum item da lista anterior ainda. Choremos juntos, leitores meus! É um momento de dor! 
Certo, parei com o drama. Na primeira lista, figuravam apenas livros, nessa será uma verdadeira miscelânea.

Todos prontos? Segurem-se firme e vamos lá!

1. Box Death Note
Depois que assisti o anime de Death Note, realmente pirei por essa obra. Quero ler todos os mangás. Eu preciso ler todos os mangás. Viciei-me na estória, nos personagens e em tudo que envolve esse universo tão intricado que é Death Note. Sério, se vocês me amam, amam mesmo, vocês deveriam fazer uma cotinha e me presentear com os doze volumes e mais um livro com informações extras sobre a trama. Façam-me feliz, oh criaturas especiais! Deem-me essa coleção! 
Juntem os dinheiros e façam o pedido aqui. Pode ser em outro local, obviamente, o que importa é que vocês me presenteiem. 





2. Water on the Road
Quem me conhece, sabe do fascínio que tenho pela voz e charme de Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam. Confesso que conheço mais de Eddie Vedder, da sua carreira solo, do que do próprio Pearl Jam. Eddie Vedder tem uma voz profunda, marcante, que faz arrepiar até mesmo os pelos da nuca. E vocês, rapazes, caso se arrepiem ao ouvir Eddie Vedder, não desconfiem da sua masculinidade. Quem resiste a alguém como Eddie Vedder? Não dá, o cara tem um charme de fazer até as mais impassíveis moçoilas suspirarem. Há dois shows nesse DVD, nos quais Eddie interpreta canções que conheço e adoro e outras inédias, que eu quero muito conhecer. O desejo de ter esse DVD não é de hoje. É das antigas, então, por favor, alguém pode me presentear com Water on the Road, please? Thank you! 
Alma caridosa, que sentiu no coração que quer me dar esse DVD, clique aqui e faça a Ericona uma pessoa mais feliz.


3. Extraordinário
Desde que li a sinopse desse livro, fiquei com muita vontade de ler, porque me identifico com a estória de August. Nasci com uma deficiência que também me faz ter uma face um tanto diferente, e isso às vezes causa estranhamento nas pessoas. Quando eu era pequena, as coisas eram um tanto complicadas, porque algumas crianças não queriam interagir comigo porque eu era esquisita fisicamente falando. Eu sei que vou chorar (sei que mentalmente vocês leram isso cantando, pensando que linkar a música do Roberto Carlos aqui, mas nem vou... *risos*) quando ler esse livro de ficção, mas baseado em um acontecimento vivido pela autora. Li em algum lugar, que não me recordo agora, que ela escreveu o livro meio que como um pedido de desculpas a uma criança com deformidade facial com a qual um de seus pimpolhos (filhos) chorou ao ver, ou algo do tipo. Ela se colocou no lugar da criança e pensou no mal estar que a criança deve ter sentido ao ver alguém chorando com medo dela. E escreveu o livro meio que pra conscientizar as pessoas a não julgarem as outras pelas aparências. Isso é muito importante, foi um ato maravilhoso que a Palacio praticou. Muitas pessoas, após lerem esse livro, com certeza mudaram, nem que um pouco, seus conceitos sobre o que realmente importa na vida. E, certamente, não é o que aparentamos ser, mas sim o que de fato somos.
Sei que uma boa criatura vai clicar aqui e vai comprar o livro pra mim. 


4. Macaquinho Openback Arena Carbon Pro Mark 2
Não peço muito não, só um fastskin Arena, que custa mil e trezentos reais. Uma pechincha, concordam? Então, quem vai me dar essa belezura? Sim, eu quero essa cor, azul, azulzinho claro. Lindo, hein? Não sou uma nadadora fantástica, mas estou treinando pra melhorar minhas próprias marcas e, tão logo for possível, estar nadando bem nacionalmente. Além de me sentir uma diva das piscina com um maiô desses, creio que nadaria melhor com ele. É inegável que eu não virarei uma recordista brasileira só por causa de um fast, mas não se pode negar que alguma vantagem uma vestimenta dessa dá. É um traje tecnológico. É Arena. É glamour. Okay, parei, cliquem logo aqui e façam outra cotinha e mandar pra mim essa belezura de macaquinho (eu prefiro chamar de fast, beijos!).


5. Headphone Sony Extra Bass
Eu tenho verdadeiro fascínio por fones de ouvidos potentes. Deve ser porque a maioria dos que eu tive e tenho não satisfaz a minha necessidade sonora. A qualidade dos tive até agora deixou a desejar, mas creio que esse headphone Sony seja o fone ideal para ouvir minhas adoradas músicas com uma enorme competência. Não, não estou fazendo propaganda pra Sony. É que dizem que os fones da Sony são bons, então quero ganhar pra ver (pagar não, que tá caro demais... quase mil reais!). Você, amigo blogueiro descolado e rico, vai querer me presentear com esse lindo fone de ouvido, não é? Eu sinto que vai, então clica rápido aqui e compra pra mim. Realize um dos desejos de Erica Ferro.








◘ ◘ ◘
Os dois últimos itens foram bem ostentação. Mas, pessoas, sonhar é de graça. Então me deixem sonhar vestindo esse fast maravilhoso com esse fone de ouvido espetacular nos ouvidos, esperando a minha melhor prova em uma competição não tão distante.
Espero colaborações, hein? Cada um me dá um item e está tudo certo.
(...)
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Comecem a votar para o segundo turno do prêmio TopBlog2013. Meu blog figura entre os cem blogs da categoria variedades. Não custa nada dar uma votadinha, concordam? Conto com vocês! Para saber como votar, cliquem aqui.
(...)
Um abraço da @ericona.
Hasta!

19/09/12

Desejos #1

Hello, people!
Demorei um pouco para dar o ar da graça por essas bandas, mas cá estou eu para abrir mais uma coluna: desejos. Desejos? Hein? Cuma? Explico: quando der vontade, farei listinhas das coisas que desejo e postarei aqui. Por quê? Para quê? Para ver se alguém se compadece e realiza uns dos meus desejos (risos cínicos). Brincadeira! Bem, na verdade, não há uma razão específica. Digamos que hoje estou meio entediada e me bateu uma vontade de fazer uma listinha de desejos e ver quem se identificaria com eles. Sei lá, eu gosto dessa interação, sabe? É massa quando a gente posta algo e um ser se manifesta dizendo que concorda e acrescenta mais alguma coisa ao que dissemos. Encanto-me! 
Well, como não poderia ser diferente, a minha primeira lista será sobre cinco livros que desejo. Lembrando que a ordem da lista não vai dos mais desejados aos menos desejados. Gosto de coisas aleatórias. Eu apenas desejo os cinco livros de uma maneira parecida. Aliás, se eu fosse listar todos os livros que desejo, não terminaria nunca, porque eu sou uma bibliomaníaca e isso implica que eu gostaria de ter todos os livros do mundo. Mas enfim, vamos à lista:


Na Natureza Selvagem - Jon Krakauer
O corpo em decomposição de um jovem é encontrado no Alasca. A polícia descobre que se trata de um rapaz de família rica do Leste americano que largou tudo, se internou sozinho na aridez gelada e morreu de inanição. 
Quem era o garoto? Por que foi para o Alasca? Por que morreu? Para responder a essas e outras perguntas, Jon Krakauer refaz a trajetória de Chris McCandless, revelando a América dos que vivem à margem, pegando carona ou circulando em carros velhos, vivendo em acampamentos e cidades-fantasmas. Mergulha no mundo da cidadezinha rural, onde homens rudes bebem e conversam sobre o tempo e a colheita. Compara a história do jovem com a de outros aventureiros solitários que tiveram fim trágico. 
O resultado é uma narrativa envolvente, por vezes amarga, em que os sonhos da juventude se transformam em pesadelo. 

Porquê: é uma história de um cara singular, inteligentíssimo e com uma personalidade ímpar. Um cara que fez uma das coisas mais loucas, mas necessária (pelo menos no entender dele): abandonar sua vida, sua família e uma sociedade materialista e hipócrita, para partir numa aventura selvagem, em busca de algo que eu não sei bem, mas espero descobrir ao longo das páginas. Sem mais delongas, histórias assim me deslumbram.



A Rosa de Stalingrado - Valérie Bénaïm e Jean-Claude Hallé
A história da tenente Liliana Litvak, a Rosa de Stalingrado. Os autores narram a brilhante trajetória de uma jovem de 19 anos que em um dos momentos mais sombrios da Segunda Guerra Mundial alistou-se como voluntária e tornou-se heroína da Rússia. O livro traz à tona casos de coragem, perícia, reconhecimento e até de um grande amor. 

Porquê: adoro História e, numa dessas andanças pela blogosfera, encontrei um blog interessante de um graduando em história. O primeiro post que li nesse blog era meio que em homenagem ao dia internacional da mulher, e nele o rapaz contou um pouco da história de Liliana Litvak, uma mulher incrível, com uma bravura incomum para a sua época. Nem preciso dizer que me apaixonei pela história dessa mulher de cara, preciso? Histórias assim, de pessoas à frente de seu tempo, que demonstram uma coragem extraordinária, que lutam e marcam uma época, muito me fascinam.


Precisamos Falar Sobre o Kevin - Lionel Shriver
Para falar de Kevin Khatchadourian, 16 anos – o autor de uma chacina que liquidou sete colegas, uma professora e um servente no ginásio de um bom colégio dos subúrbios de Nova York –, Lionel Shriver não apresenta apenas mais uma história de crime, castigo e pesadelos americanos: arquiteta um romance epistolar em que Eva, a mãe do assassino, escreve cartas ao marido ausente. Nelas, ao procurar porquês, constrói uma reflexão sobre a maldade e discute um tabu: a ambivalência de certas mulheres diante da maternidade e sua influência e responsabilidade na criação de um pequeno monstro. Precisamos falar sobre o Kevin discute casamento e carreira; maternidade e família; sinceridade e alienação. Denuncia o que há de errado com culturas e sociedades contemporâneas que produzem assassinos mirins em série e pitboys. Um thriller psicanalítico no qual não se indaga quem matou, mas o que morreu. Enquanto tenta encontrar respostas para o tradicional “onde foi que eu errei?” a narradora desnuda, assombrada, uma outra interdição atávica: é possível odiarmos nossos filhos? 

Porquê: o tema psicopatia sempre me interessou. Não sei bem a razão, talvez seja porque eu sempre gostei desse negócio de tentar desvendar a mente humana, por mais que no final das contas eu não desvende coisa alguma. O livro deve ser perturbador, mas eu encaro o desafio. Quero ler as cartas desesperadas e desencontradas de Eva, entrar dentro da mente e do coração dela e conhecer e tentar entender um pouco dos seus pensamentos e sentimentos. Quero saber como é ser mãe de um psicopata, de um assassino cruel e frio. 


O Poderoso Chefão - Mario Puzo
O Poderoso Chefão é um romance de ficção escrito por Mario Puzo, originalmente publicado em 1969, sobre uma família de mafiosos de origem siciliana que imigra para os Estados Unidos da América.

Mario Puzzo tornou-se um escritor conhecido mundialmente com este livro, seu terceiro romance. Ele faz uma biografia imaginária de um cappo da máfia nova-iorquina, desvendando o submundo do crime organizado. 

Porquê: esse livro é muito aclamado e eu meio que tenho uma certa curiosidade sobre o tema. Depois que li A ira dos anjos, de Sidney Sheldon, romance que, entre as coisas, retrata um pouco dessa coisa de máfia, fiquei ainda com mais vontade de ler O poderoso chefão. Essa coisa fora da lei me intriga.



O Grande Mentecapto - Fernando Sabino
Fernando Sabino começou a escrever este livro em 1946, aos 23 anos, como uma distração para a obsessão literária que então o sufocava. Dez anos mais tarde, preocupações de outra ordem levaram-no a escrever o romance O encontro marcado, que tanto sucesso alcançou, com sucessivas edições até os dias de hoje - além das crônicas, contos e novelas com que conquistou seu numeroso público desde então. Um dia, já em 1979, remexendo velhos papéis, encontrou algumas folhas amareladas pelo tempo, com o princípio da história do grande mentecapto Viramundo. Como um desafio, decidiu retoma-la e, em 18 dias de trabalho contínuo e ininterrupto noite adentro, deu por terminado o romance iniciado 33 anos antes. A sua impressão é a de que teve o livro dentro de si durante todo esse tempo, ansiando por sair. O certo é que nele reencontrou a sua vocação de romancista. Tamanho esforço redundou numa obra a um tempo hilariante e dramática, cuja ação, circunscrita a Minas Gerais, adquire uma dimensão universal, remontando às origens franco-ibéricas do romance picaresco medieval.

Porquê: Fernando Sabino é um escritor fantástico. Adoro a maneira intensa com a qual escreve, como consegue nos pôr a refletir com seus escritos e o poder que tem de criar personagens com os quais nos identificamos de uma maneira única. Foi assim em O encontro marcado, me identifiquei com algumas angústias e desencontros de Eduardo e algo me diz que vou me identificar e gostar de Geraldo Viramundo.


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E essa foi a minha lista de hoje. Gostaram? Desejam algum desses livros? Digam-me!
Ah, eu tenho uma notícia muito legal pra vocês! Há uns dias recebi um e-mail da Editora Novo Conceito comunicando que o pedido de parceria com o Sacudindo Palavras foi aceito. O blog faz parte de uma nova leva de parceiros da Novo Conceito para 2013. A partir de janeiro de 2013, eu postarei resenhas, novidades da editora e os tão adorados sorteios. E então, é ou não é uma notícia pra lá de arretada?
Eu nem acreditei quando recebi o e-mail. Como assim, o meu bloguinho parceiro de uma editora bem conceituada como a Novo Conceito? É sério isso? Fiquei muito feliz mesmo! 
Por hoje, é só. 
Um abraço da @ericona!
E até mais, pessoal!