Resumindo tudo e contra a corrente de louvor papal, o ano de 2013 teve como figura principal o conflito e poderia ser retratado por um jovem mascarado a atirar pedras contra a polĂcia. Nunca como em nenhum outro ano a contenção policial foi necessĂĄria perante a ordem de injustiças, desigualdades, nepotismos, etc., etc. etc. Os Estados deixaram de representar os povos, as naçÔes estĂŁo a ser desmontadas e os grandes interesses financeiros instalam-se com uma linguagem musculada sobre o mundo, definido as barreiras dos que tem e dos que estĂŁo excluĂdos deste novo mundo que se desenha, ficando ainda umas rĂ©stias por eliminar mas que se mantem enquanto necessĂĄrias. Neste mundo conturbado onde grandes interesses se disfarçam, de Estado (RĂșssia, China ou Coreia, por exemplo) e onde o Estado foi substituĂdo por interesses especĂficos de natureza transnacional (Portugal, GrĂ©cia ou ItĂĄlia) ou aqueles em que o Estado Ă© uma fachada de recurso (EUA) para interesses particulares. A dĂvida, a crise,...
Opaco. NĂŁo Ă© preto nem branco. TambĂ©m nĂŁo Ă© cinzento. Ă algo que permite entrever (formas, silhuetas…). Percebe-se quando o movimento esta lĂĄ. Ao mesmo tempo nĂŁo se sabe bem quem ou o que se move. A forma velada Ă© sedutora e enganadora. Posso errar mas posso tentar. Lembra a infĂąncia, o bafo nas janelas das salas quentes quando chove lĂĄ fora. Identifica tudo aquilo que presumimos sem ter a certeza. Ă o avatar das nossas dĂșvidas!