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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

O sexo anal é popular - diz pesquisa


Embora a sua prática seja frequentemente associada à população gay do sexo masculino, o sexo anal parece ser mais popular do que o esperado entre os casais heterossexuais com menos de 45 anos, de acordo com o relatório do Centro de Controle e Prevenção de Doenças  (Center for Disease Control and Prevention).
O relatório, intitulado "Sexual Behavior, Sexual Attraction and Sexual Identity in the United States", que supostamente entrevistou milhares de pessoas com idades entre 15 e 44 anos, descobriu que 44 por cento dos homens e 36 por cento das mulheres heterossexuais admitiram ter feito sexo anal pelo menos uma vez em suas vidas.
Quando se tratava de experiências com pessoas do mesmo sexo, no entanto, as mulheres se mostraram mais liberais: 12 por cento disseram ter tido relações sexuais com outra mulher, contra 5,8 por cento apenas de homens. 
Várias teorias foram publicadas para justificar o aumento da popularidade do sexo anal. Hugo Schwyzer, professor de estudos de gênero e história na Pasadena City College, insinuou que a sodomia  poderia estar caindo no gosto do povo devido à sua presença freqüente nos pornôs heterossexuais e na mídia, bem como ao aumento da cobrança dos homens, que não negam sua predileção pelo ato.




beijo rouge  



segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Do começo ao fim - filme de Aluizio Abranches

Do Começo ao Fim estreou em novembro de 2009, estrelado por Fábio Assunção, Júlia Lemmertz, Gabriel Kaufmann, Lucas Cotrim, João Gabriel Vasconcellos e Rafael Cardoso. É o terceiro filme de Aluizio Abranches, que também dirigiu Um Copo de Cólera, em 1999, e As Três Marias, em 2002.
O filme conta uma linda história de amor que, por acaso, é fruto de uma relação incestuosa e homossexual, embora tais tabus se mostrem secundários no desenrolar da trama.

Trata-se de um projeto corajoso do diretor e, principalmente, dos atores, repleto de cenas de nudez e de sexo (muito delicadas e de bom gosto, diga-se de passagem). Entretanto a falta de ritmo e de conflito deixa o filme chato. 

Antes do lançamento, um vídeo promocional do filme foi colocado no YouTube, com mais de 400 mil visualizações.

Veja o vídeo promocional:









Se preferir, assista ao trailer:








Vocês já assistiram ao filme? o que acharam?


beijo rouge

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Guia prático do tapa na bunda

Já na Grécia Antiga, a bunda feminina era apreciada. No Brasil, não há dúvidas de que se trata da paixão nacional. E todos concordam que a brasileira tem um bumbum de respeito, né? Segundo o antropólogo Gilberto Freyre, tal perfeição é fruto da miscigenação iniciada nas senzalas nos séculos XVII e XVIII. Entretanto, para os ingleses (sempre os ingleses), ninguém barra a Austrália. E eles comprovam tal afirmação matematicamente. Uma equipe da Universidade de Manchester desenvolveu uma fórmula para calcular a perfeição:


(FORMATO + CURVATURA) x (BALANÇO + FIRMEZA) / (TEXTURA DA PELE + PROPORÇÃO ENTRE QUADRIL E CINTURA)

Cálculos malucos a parte, certo é que, quando crianças, meninos e meninas possuem bundas semelhantes. Somente na adolescência, e por resultado da ação do estrogênio (hormônio feminino), é que a diferença se torna visível. A gordura, então, se acumula nos quadris, tornando-se uma reserva de energia da mulher para a gravidez e a amamentação.

Mas, por que os homens gostam tanto do derrière feminino? Antropólogos dizem que tal atração sexual vem dos ancestrais. Como o acasalamento era feito por trás, a bunda era o chamariz para os antigos primatas. 



O GUIA DO TAPA
Revista VIP, fevereiro/2010, pág. 73
No momento certo, e do jeito certo, algumas mulheres (pelo menos as normais, como diria Nelson Rodrigues) aprovam um tapinha ou outro no bumbum. O segredo é controlar a força e ter certeza que a gata está a fim. O milenar manual indiano Kama Sutra ensina técnicas para o bom tapa.

A HORA CERTA
Quase no fim da relação sexual

COMO BATER
Tapas e apertadas devem ser intercalados com uma força considerável até o orgasmo. Segundo o Kama Sutra, nesse momento, os gemidos após cada tapa devem tentar imitar o som de uma codorna ou de um ganso (como é que faz mesmo uma codorna?). Mas recomendamos evitar essa parte.

A BUNDA CONTRA-ATACA
Depois de tanto levar tapa, a bunda decidiu se vingar. No Rio, as Tequileiras do Funk escolhem um fã na plateia para espancá-lo no palco com o traseiro. Débora, Beatriz e Cláudia Vulcão deixam o camarada sentado no chão, enroscam a perna em torno da cabeça do coitado e o golpeiam impiedosamente com a bunda. Segundo as funqueiras, alguns ficam tontos e nem conseguem se levantar.

Afinal, um tapinha não dói?



Ah! Vou começar a indicar alguns links da semana no rodapé dos posts. 

Site diz quando alguém se masturba pensando em você - Malvadas
*  Meditação pode melhorar vida sexual- Puro Veneno
* Masturbação: fatos e estatísticas - Mouzdox

Beijo Rouge

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Você também acha feio ser sexy?

Logo depois de ter lido uma matéria sobre a "Marcha das Vadias" que aconteceu no Rio há um tempinho atrás (onde centenas de manifestantes se reuniram num protesto contra a violência sexual e as agressões cometidas contra as mulheres), assisti ao filme abaixo. Trata-se de um programa de televisão onde a apresentadora diz que devemos deixar de ser sensuais para sermos santas.


Eu não tenho a menor pretensão de ser santa e sou a favor da liberdade SEMPRE!

E vocês, também acham que ser sexy é feio?

beijo rouge

sábado, 8 de outubro de 2011

Proibida a propaganda de "Bolinhas Explosivas"

Desculpem o sumiço, falta de tempo... sabem como é, né? Mas o assunto de hoje é sério.

Vocês confiam nesses cosméticos eróticos que são vendidos (aos montes) por aí? Já repararam na ausência de informações nas embalagens? Isso se dá pela falta de regulamentação dos produtos eróticos. Acabam todos sendo classificados simplesmente como cremes (óleos, géis) para massagem. 
A primeira implicação é a inexistência de informações claras sobre como usar e sobre os resultados esperados. A segunda, muito mais grave, é que não existe controle sobre sua composição química, seus efeitos e se podem causar algum dano à saúde.

A ANVISA, numa resolução que eu não sei bem a solução que busca, proibiu a propaganda das bolinhas explosivas em todo território nacional. Veja o texto da resolução:

Resolução ANVISA nº 3.161, de 18/07/2011, Artigo 1º "Determina, como medida de interesse sanitário, a suspensão, em todo território nacional, de todas as propagandas dos produtos Bolinhas Explosivas, pelo fato de apresentarem finalidade de lubrificação vaginal sem que possuam o devido registro junto à ANVISA. Despacho da Gerência-Geral de Monitoramento e Fiscalização de Propaganda, de Publicidade, de Promoção e de Informação de Produtos Sujeitos à Vigilância Saniária."

Vocês conseguem entender? O produto é registrado na ANVISA como "sei lá o que", quando, de fato é usado como lubrificante vaginal. E o que a ANVISA faz? Proíbe a propaganda do produto e joga para o consumidor a responsabilidade que por princípio é deles. Muito eficaz...

O que vocês acham?

O tema já foi abordado aqui em "Sobre nossos brinquedinhos". Leia lá também.

beijo rouge

sábado, 7 de maio de 2011

Uma vitória da liberdade

A sociedade vem passando por diversas e profundas modificações culturais e cada vez mais as pessoas estão perdendo o medo de viver e mostrar o que elas realmente são. Atualmente boa parte dos homossexuais assume, sem constrangimento, sua condição, ainda que continue sendo vista de maneira preconceituosa.
Entretanto o direito não tem conseguido acompanhar tais mudanças sociais, deixando sem regulamentação as uniões entre pessoas do mesmo sexo e ferindo o princípio constitucional que garante a todos igual tratamento legal.

Até pouco tempo, a família se formava unicamente pelo casamento. A partir de 2002, quando entrou em vigor o atual Código Civil, foram reconhecidas como entidade familiar aquelas formadas por um dos pais e o filho (famílias monoparentais) e aquelas que já exitiam de fato, mas não de direito (uniões estáveis). A lei, entretanto, deixou de fora as uniões homoafetivas, uma vez que expressamente exige que os casais sejam formados por homem e mulher.

Agora, imaginem: um casal que vive maritalmente há anos, constrói uma relação afetiva e um patrimônio juntos (como qualquer casal). Um deles morre. Quem será o herdeiro? Os pais ou irmãos do falecido (não existindo filhos), ainda que qualquer vínculo de carinho tenha sucumbido ao preconceito. O companheiro, que numa relação convencional seria herdeiro universal, num casamento homoparental tem que pleitear na justiça um direito legítimo e se submeter ao entendimento do juiz, que tinha o poder de interpretar a situação de acordo com suas convicções. Tinha! Até a decisão do Supremo Tribunal Federal, tão comemorada essa semana.

O que aconteceu foi simples, mas seus efeitos incalculáveis. A Suprema Corte reconheceu como entidade familiar uma união homoafetiva e essa decisão passa a vincular todas as sentenças sobre casos semelhantes. Ou seja, de agora por diante, os juízes devem decidir de acordo com o entendimento do STF, entendendo como famílias também os relacionamentos homosafetivos públicos e duradouros, lhes assegurando os mesmos direitos que os garantidos às famílias heterossexuais, pelo menos na esfera judicial.

E isso é uma vitória da liberdade que deve mesmo ser comemorada. Liberdade para vivermos o que de fato somos. Só não vamos nos esquecer dos diversos projetos de lei que tramitam no Congresso que pretendem regulamentar a união entre homossexuais, o que não pôde ser feito na decisão dos Ministros.



Estou feliz por viver num país um pouco mais justo.


Beijo rouge

domingo, 27 de março de 2011

Como terminar um relacionamento

Um relacionamento longo tem suas vantagens: já nos sentimos a vontade um com o outro, as famílias se conhecem (e às vezes se toleram, rs), temos planos juntos (alguns até já concretizados), não precisamos mais ficar na neura da depilação e podemos fazer sexo sem ter que passar por todas as etapas da sedução.

Mas, e quando já não curtimos mais estar com o outro? Quando já não acreditamos no amor que sentimos e sonhamos com os dias de solteirice? Ou ainda quando nos encantamos por outra pessoa e queremos dar asas às novas possibilidades? Só nos resta passar algumas páginas a limpo e pôr um ponto final na história que, pode ter sido muito bonita mas acabou.

E é aí que os problemas começam. Principalmente quando ainda temos algum carinho pelo outro.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

A Corna de Sorocaba

O post de hoje falando sobre a eliminação do Brasil na Copa estava prontinho para entrar no ar, contudo, todavia, entretanto, está rolando na internet um vídeo que tem tudo para ser o mais novo hit no YouToube, depois do "Pedro me dá meu chip".
Vou resumir a história: Juliana, casada com Fábio, tem um caso com Cícero, casado com Vivian, amiga de Juliana.
Vivian descobre a traição, recolhe as mais diversas provas e chama a "amiga da onça" para conversar sobre os cinco anos de chifre. A conversa culmina numa pancadaria inacreditável. O melhor de tudo é que ela filmou tudinho e publicou na internet.
Eu não posso deixar passar uma discussão tão "construtiva". 
No Twitter só se fala nisso. Já divulgaram até os perfis no Orkut dos envolvidos (mas isso é fofoca demais para mim, né?). Assistam ao vídeo enquanto ninguém proíbe sua exibição.


Agora me digam: o que vocês fariam no lugar de Vivian?

beijo rouge

domingo, 18 de abril de 2010

Também quero

Eu sei que é totalmente discutível a contribuição cultural das novelas à grande massa a quem são dirigidas. Principalmente quando a novela é do Manoel Carlos, que sempre retrata a vida de pessoas lindas e ricas, que moram no Leblon e que passam a maior parte do tempo com um copo de wiski na mão.

Entretanto, não se pode negar que "Viver a Vida" tem levantado um assunto que, normalmente, não damos a devida importância: o cotidiano das pessoas com deficiência - principalmente daquelas com dificuldades motoras. 


Essa semana assisti à cena em que Miguel e Luciana fizeram sexo pela primeira vez. Tal fato, por si só, daria um enorme post, mas não é sobre isso que quero falar agora. O que me traz aqui, na verdade, é um assunto muito menos nobre (rs). 


Mulheres, me respondam: é possível não se apaixonar pelo Miguel, o gêmeo gente boa representado pelo Mateus Solano? Lindo, divertido, bem-sucedido, romântico, apaixonado (aiai)... e tantas outras qualidades que se for enumerar não acaba hoje.


Não estou reclamando dos nossos maridos (namorados), não. O meu é ótimo (ontem arrumou a casa todinha e ainda fez um almocinho gostoso, enquanto trabalhava no computador - bom, né?). Pelo contrário, acho até que devia ser proibido esse tipo de personagem na tv. Faz tanto mal à mulherada quanto aquelas histórias de "príncipe encantado" que ouvimos quando crianças.


Imaginem quantas mulheres acabam acreditando que homens perfeitos assim existem? Em tempos de seca... é pedir para morrer frustrada com a ala masculina.


Por outro lado, não se deve negar que até pode servir de inspiração para a homarada, né? Então, resolvi lançar a campanha "Também quero um Miguel para mim".



Então, o que vocês acham? 

Ah, quem quiser aderir à campanha, é só levar o selinho.

beijo rouge

sábado, 27 de março de 2010

Liberdade de escolha



Esta questão foi colocada outro dia por uma amiga e anda gerando uma discussão acalorada no setor onde trabalha. Ela (que tem um blog delicioso sobre culinária - Pitaco na Cozinha) sugeriu que abordasse aqui o tema.

Por muitos anos as mulheres foram reprimidas sexual e profissionalmente. A velha e boa "mãe de família", "dona de casa", era aquela que abria mão da sua vida e de qualquer desejo pessoal para cuidar dos filhos e do marido. Independência? Prazer? Não eram coisas de mulher séria. Ah... e aquelas que ousavam fugir desse padrão eram "mulheres a frente de seu tempo", verdadeiras transgressoras.

Então, depois de muitos soutiens queimados, ter uma carreira profissional e ser independente financeira e sexualmente passaram a ser quase obrigações femininas. E o que dizer daquelas que, hoje, optam por  viver para casa e para a família? Ou ainda, por casar virgem, de véu e grinalda? Quem nunca reprimiu um pensamento de reprovação ao se deparar com uma situação dessas, num verdadeiro preconceito às avessas?

Assim, restam as seguintes perguntas: abrir mão de todas as conquistas da mulher na busca da igualdade de direitos entre os sexos e dedicar-se exclusivamente à vida doméstica e à família seriam uma regressão ou constituem uma nova maneira de transgredir os atuais paradigmas femininos? E mais, que comportamentos e atitudes poderiam, hoje, ser consideradas transgressoras?

Quero muito saber o que vocês pensam.


Beijo rouge