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Arianespace

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Arianespace
Subsidiária
AtividadeSetor espacial
Fundação26 de março de 1980
SedeÉvry-Courcouronnes, perto de Paris, França
Pessoas-chaveDavid Cavaillolès, diretor-executivo[1]
Empregados220 em 2023[2]
Empresa-mãeArianeGroup
ReceitaAumento 1,25 bilhão de euros em 2021
Websitearianespace.com

Arianespace SA é uma empresa francesa fundada em março de 1980 como a primeira prestadora de serviços de lançamento comercial do mundo. Opera o Ariane 6, um foguete com versões de média e alta capacidade de carga. A Arianespace é uma subsidiária da ArianeGroup, uma empresa formada pela Airbus e pela Safran.

Os lançamentos espaciais europeus são realizados em cooperação entre empresas privadas e agências governamentais. A Arianespace comercializa os serviços de lançamento do Ariane 6, prepara as missões e cuida do relacionamento com os clientes. No Centro Espacial da Guiana, conhecido pela sigla CSG, na Guiana Francesa, a empresa supervisiona as equipes que integram e preparam os veículos de lançamento. A infraestrutura de lançamento do CSG pertence à Agência Espacial Europeia, e a base é administrada pelo CNES, a agência espacial francesa. A ArianeGroup projeta e fabrica o Ariane 6.

Até outubro de 2025, a Arianespace havia realizado 355 missões e lançado mais de 1.100 satélites ao longo de 45 anos.[3][4] Seu primeiro lançamento comercial, o do Spacenet 1, ocorreu em 23 de maio de 1984. Além das operações no CSG, a empresa mantém sua sede em Évry-Courcouronnes, nos arredores de Paris.

História

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A criação da Arianespace SA teve origem nos planos de países da Europa de cooperar na exploração espacial e de criar, em 1973, uma organização internacional para coordenar esse trabalho, a Agência Espacial Europeia, ou ESA.[5] Antes da criação da agência, a França já defendia o desenvolvimento de um novo sistema europeu de lançamento descartável para substituir o foguete Europa.[6] O lançador pesado Ariane foi um dos primeiros programas da ESA.[6] Seu objetivo era colocar satélites comerciais em órbita geossíncrona.[7]

Maquete do Ariane 1

A França detinha a maior participação no programa de desenvolvimento do Ariane.[8] A fabricante aeroespacial francesa Aérospatiale era a contratada principal e integrava todas as seções do veículo. A também francesa Société Européenne de Propulsion, ou SEP, fornecia os motores do primeiro, segundo e terceiro estágios. Os motores do terceiro estágio eram produzidos em parceria com a fabricante aeroespacial alemã MBB. Também participavam as empresas francesas Air Liquide e Matra, a sueca Volvo e a fabricante alemã de aviões Dornier Flugzeugwerke.[8] O terceiro estágio exigiu atenção especial no projeto. Antes do Ariane, apenas os Estados Unidos haviam lançado foguetes com estágios superiores movidos a hidrogênio.[9]

Após o sucesso do primeiro lançamento de teste do Ariane 1, em 24 de dezembro de 1979, o CNES e a ESA criaram a Arianespace para promover e comercializar os lançamentos Ariane e administrar suas operações.[10][11] Foi a primeira empresa de serviços de lançamento do mundo.[12] Depois de mais três lançamentos de teste, o primeiro lançamento comercial do Ariane ocorreu em 10 de setembro de 1982 e fracassou devido a uma falha na turbobomba do terceiro estágio.[13] Os seis voos restantes do Ariane 1 tiveram sucesso, e o último ocorreu em fevereiro de 1986.[14] Com esses resultados, as encomendas aumentaram rapidamente. No início de 1984, havia contratos para lançar 27 satélites com o Ariane, cerca de metade do mercado mundial. Após a décima missão Ariane, a ESA transferiu formalmente a responsabilidade pelo lançador à Arianespace.[14]

No início de 1986, o Ariane 1 e seus derivados, o Ariane 2 e o Ariane 3, lideravam o mercado mundial de lançamentos.[14][15] O Ariane 2 e o Ariane 3 foram usados por pouco tempo, enquanto o Ariane 4 era desenvolvido. Maior e mais versátil que os modelos anteriores da família, o novo foguete foi concebido desde o início para competir com os lançadores de maior capacidade do mundo. O Ariane 1 tinha massa típica de 207 toneladas e podia colocar até 1,7 tonelada em órbita. O Ariane 4 tinha massa típica de 470 toneladas e capacidade para colocar até 4,2 toneladas em órbita.[16] Apesar disso, o Ariane 4 era 15% menor que o Ariane 3.[17]

O primeiro lançamento bem-sucedido do Ariane 4 ocorreu em 15 de junho de 1988.[17] Nesse voo inaugural, o foguete colocou mais de um satélite em órbita.[17] A partir do lançamento V50, o Ariane 4 passou a usar um terceiro estágio aperfeiçoado, chamado H10+, que aumentou a capacidade de carga do foguete em 110 kg e prolongou o tempo de queima em 20 segundos.[18]

Ariane 4 na plataforma de lançamento

O desenvolvimento do Ariane 5 começou antes mesmo do primeiro voo do Ariane 4, em 1988.[19] Em janeiro de 1985, o Ariane 5 foi aprovado como programa da ESA. Seguiram-se onze anos de desenvolvimento e testes até o primeiro lançamento, em 1996. O novo foguete compartilhava menos elementos com os modelos anteriores do que o Ariane 4. Foi projetado para transportar cargas de até 5,2 toneladas, reduzir os custos em 20% em relação ao Ariane 4 e oferecer maior margem de segurança. Essa exigência de segurança decorria da previsão de voos tripulados, nos quais o Ariane 5 levaria astronautas a bordo da nave Hermes, ainda em projeto.[20] O desenvolvimento do Ariane 5 gerou controvérsia. Alguns membros da ESA julgavam que o Ariane 4, já em operação, atendia melhor às necessidades existentes. Esse teria sido o motivo da decisão britânica de não participar do programa Ariane 5.[21] Por anos, os dois modelos foram usados em paralelo, até a decisão de encerrar as operações do Ariane 4 e concentrar os lançamentos no Ariane 5.[22]

Em meados da década de 1990, as empresas francesas Aérospatiale e SEP e a italiana Bombrini-Parodi-Delfino, ou BPD, discutiram o desenvolvimento de um lançador complementar ao Ariane, chamado ACL. A Itália também defendia a criação de um lançador de satélites com propelente sólido, o Vega.[23][24] Em março de 2003, a ESA e o CNES assinaram os contratos de desenvolvimento do Vega. A Itália forneceu 65% dos recursos, e outros seis países financiaram o restante.[25] Em maio de 2004, a operadora comercial Arianespace e a contratada principal ELV assinaram um contrato para integrar o veículo em Kourou, na Guiana Francesa.[26] O primeiro lançamento do Vega ocorreu em 13 de fevereiro de 2012. O jornalista Dan Thisdell, da Flight Global, chamou-o de um "voo aparentemente perfeito".[27][28] Desde a entrada do Vega em serviço comercial, a Arianespace o oferecia para missões em órbitas polares e heliossíncronas.[29]

Em 2002, a ESA anunciou o programa Arianespace Soyuz, em cooperação com a Rússia. Uma área de lançamento para o Soyuz foi construída no Centro Espacial da Guiana, e o veículo foi adaptado para operar nessa base. O financiamento e a aprovação final do programa foram concedidos em 4 de fevereiro de 2005.[30][31] A Arianespace oferecia aos clientes lançamentos com a versão modificada Soyuz ST-B.[32][33] Em 21 de outubro de 2011, a empresa realizou o primeiro lançamento de um foguete Soyuz fora do território da antiga União Soviética. A carga era composta por dois satélites de navegação Galileo.[34] A partir de 2011, a Arianespace encomendou 23 foguetes Soyuz, quantidade suficiente para atender às suas necessidades até 2019, com três ou quatro lançamentos por ano.[35][36]

Em 21 de janeiro de 2019, a ArianeGroup e a Arianespace anunciaram a assinatura de um contrato de um ano com a ESA para estudar e preparar uma missão à Lua destinada à extração de regolito.[37]

Em 2020, a Arianespace suspendeu suas operações por quase dois meses devido à pandemia de COVID-19. A paralisação começou em 18 de março e, em 29 de abril, a retomada estava prevista para 11 de maio.[38] O retorno deveria seguir novas medidas de saúde e segurança, entre elas o distanciamento social no ambiente de trabalho.[38]

O Ariane 5 foi retirado de serviço em 2023. Seu sucessor, o Ariane 6, fez o primeiro voo em 9 de julho de 2024.

Em agosto de 2024, a ESA autorizou a Avio, contratada principal do programa Vega, financiado pela agência,[39] a comercializar diretamente o Vega C e buscar clientes fora do setor governamental. Até então, a Arianespace cuidava da comercialização dos lançamentos Vega. A conclusão da transferência estava prevista para o fim de 2025.[40][41]

Empresa e infraestrutura

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Lançador Vega na plataforma de lançamento

A Arianespace comercializa os serviços de lançamento da indústria espacial europeia e de seus fornecedores de componentes.[42]

Os principais acionistas da Arianespace são empresas que fornecem seus foguetes e componentes, sediadas em países europeus.[43] A participação dessas empresas no capital começou na formação da Arianespace, criada para assumir a produção e a comercialização dos lançadores Ariane. Em junho de 1979, o CNES e empresas industriais europeias se comprometeram a fornecer 95% do capital previsto para a nova companhia. Bancos europeus subscreveram o restante.[44] A empresa tinha 24 acionistas em 2008,[45] 21 em 2014[46] e 17 em outubro de 2018.[47]

País Participação total Acionista Participação no capital
 Bélgica 3,36% SABCA 2,71%
Thales Alenia Space Belgium 0,33%
Safran Aero Boosters 0,32%
 França 64,10% ArianeGroup 62,10%
Air Liquide SA 1,89%
Clemessy 0,11%
CIE Deutsche <0,01%
 Alemanha 19,85% ArianeGroup 11,59%
MT Aerospace AG 8,26%
 Itália 3,38% Avio S.p.A. 3,38%
 Países Baixos 1,94% Airbus Defence and Space B.V. 1,94%
 Noruega 0,11% Kongsberg Defence & Aerospace AS 0,11%
Espanha 2,14% Airbus Defence and Space SAU 2,03%
CRISA 0,11%
 Suécia 2,45% GKN Aerospace Sweden AB 1,63%
RUAG Space AB 0,82%
Suíça 2,67% RUAG Schweiz AG 2,67%

Em 2015, a composição acionária da Arianespace foi reorganizada com a criação da Airbus Safran Launchers, depois rebatizada como ArianeGroup, responsável pelo desenvolvimento e pela fabricação do Ariane 6. Os grupos industriais Airbus e Safran reuniram suas ações e a participação do CNES, pertencente ao governo francês, em uma empresa conjunta que passou a deter pouco menos de 74% da Arianespace. Os 26% restantes ficaram distribuídos entre fornecedores de nove países, entre eles outras subsidiárias da Airbus.[48]

Concorrência e preços

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Em 2004, a Arianespace detinha mais de 50% do mercado mundial de lançamentos de satélites para a órbita de transferência geoestacionária, ou GTO.[49]

Na década de 2010, a entrada da SpaceX no mercado, com lançamentos de menor custo, levou a Arianespace a reduzir seu quadro de funcionários e suas despesas para manter a competitividade. Sob a pressão dos preços cobrados pelas concorrentes, a empresa anunciou, em novembro de 2013, que passaria a negociar preços mais flexíveis para os "satélites mais leves" transportados pelo Ariane 5 até órbitas de transferência geoestacionária.[42][50] O diretor-geral da Arianespace afirmou: "É muito claro que a SpaceX traz um enorme desafio [...] por isso, as coisas precisam mudar [...] e toda a indústria europeia está sendo reestruturada, consolidada, racionalizada e enxugada".[51]

No início de 2014, a Arianespace cogitava pedir mais subsídios aos governos europeus para enfrentar a concorrência da SpaceX e as mudanças desfavoráveis no câmbio entre o euro e o dólar. Desde 2002, a empresa havia reduzido pela metade sua necessidade de subsídios, uma diminuição de 100 milhões de euros por ano. A queda do dólar, porém, causava perdas anuais de 60 milhões de euros devido às oscilações cambiais nos contratos de lançamento.[52] A SpaceX já começava a conquistar parte do mercado da Arianespace.[43] Michel de Rosen, diretor-executivo da Eutelsat, uma das maiores clientes da Arianespace, afirmou: "A cada ano que passa, a SpaceX vai avançar, ganhar participação no mercado e reduzir ainda mais seus custos por meio de economias de escala".[43]

Até setembro de 2014, a Arianespace havia firmado mais quatro contratos para a posição inferior do adaptador de lançamento duplo SYLDA do Ariane 5, destinada a satélites que também poderiam ser lançados por um veículo da SpaceX. A redução de custos teria permitido conquistar esses contratos. A empresa havia assinado onze contratos e mantinha outros dois em fase avançada de negociação. Sua carteira de lançamentos contratados somava 4,5 bilhões de euros, com 38 satélites previstos para o Ariane 5, sete para o Soyuz e nove para o Vega. A Arianespace afirmava deter 60% do mercado mundial de lançamentos de satélites.[53][54][55] Em 2017, a SpaceX ultrapassou a Arianespace em participação no mercado de lançamentos comerciais.[56]

Outros prestadores de serviços de lançamento

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Veículos de lançamento

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Maquetes dos veículos de lançamento comercializados pela Arianespace em 2017, Vega, Vega C, Soyuz-2, Ariane 5 e Ariane 6. A comercialização do Vega, do Soyuz-2 e do Ariane 5 foi encerrada, e a do Vega C foi transferida à Avio.

A Arianespace opera duas versões de seu lançador.

Nome Capacidade de carga para órbita terrestre baixa ou heliossíncrona Capacidade de carga para órbita de transferência geoestacionária
Ariane 62 10.350 kg 4.500 kg
Ariane 64 21.650 kg 11.500 kg

Lançadores Ariane

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Desde o primeiro lançamento, em 1979, foram desenvolvidas estas versões do veículo de lançamento Ariane.

  • Ariane 1, primeiro lançamento bem-sucedido em 24 de dezembro de 1979.
  • Ariane 2, primeiro lançamento bem-sucedido em 20 de novembro de 1987. O primeiro lançamento, em 30 de maio de 1986, fracassou.
  • Ariane 3, primeiro lançamento bem-sucedido em 4 de agosto de 1984.
  • Ariane 4, primeiro lançamento bem-sucedido em 15 de junho de 1988.
  • Ariane 5, primeiro lançamento bem-sucedido em 30 de outubro de 1997. O primeiro lançamento, em 4 de junho de 1996, fracassou.
  • Ariane 6, com capacidade de carga semelhante à do Ariane 5 e custos consideravelmente menores. Seu primeiro voo ocorreu em 9 de julho de 2024.[57]
  • Ariane Next, em fase inicial de desenvolvimento. O projeto prevê um lançador parcialmente reutilizável para suceder o Ariane 6 a partir da década de 2030, com o objetivo de reduzir os custos de lançamento pela metade.[58]

Ver também

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Referências

  1. ↑ «ArianeGroup and Arianespace announce the departure of Stephane Israël, CEO of Arianespace, and the appointment of his successor David Cavaillolès». Arianespace. Consultado em 7 de janeiro de 2025
  2. ↑ «About Us». Arianespace (em inglês)
  3. ↑ «Arianespace uses space for a better life on Earth». Arianespace (em inglês). Consultado em 27 de outubro de 2025
  4. ↑ «Arianespace to launch EU's Copernicus Sentinel-1D satellite on November 4, 2025, with Ariane 6». Newsroom Arianespace. 6 de outubro de 2025. Consultado em 27 de outubro de 2025
  5. ↑ Harvey 2003, pp. 161-162.
  6. 1 2 Harvey 2003, p. 161.
  7. ↑ Harvey 2003, pp. 161-166.
  8. 1 2 Harvey 2003, p. 166.
  9. ↑ Harvey 2003, pp. 165-166.
  10. ↑ Harvey 2003, p. 169.
  11. ↑ Jaeger, Ralph-W.; Claudon, Jean-Louis (maio de 1986). Ariane — The first commercial space transportation system. Proceedings of the 15th International Symposium on Space Technology and Science. 2. Tóquio, Japão: AGNE Publishing, Inc. Bibcode:1986spte.conf.1431J. A87-32276 13-12
  12. ↑ «Arianespace was founded in 1980 as the world's first launch services company». arianespace.com. Consultado em 7 de março de 2008. Cópia arquivada em 18 de fevereiro de 2008
  13. ↑ Harvey 2003, pp. 170-172.
  14. 1 2 3 Harvey 2003, p. 172.
  15. ↑ «Ariane 1,2,3». Ariane 1. Agência Espacial Europeia. 3 de maio de 2004. Consultado em 28 de setembro de 2009
  16. ↑ Harvey 2003, p. 178.
  17. 1 2 3 Harvey 2003, p. 180.
  18. ↑ Harvey 2003, p. 183.
  19. ↑ Harvey 2003, pp. 184-185.
  20. ↑ Harvey 2003, p. 185.
  21. ↑ Harvey 2003, p. 186.
  22. ↑ Harvey 2003, p. 193.
  23. ↑ «Launcher proposals». Flight Global. 18 de dezembro de 1996. Consultado em 14 de julho de 2024
  24. ↑ «ESA plan emphasises launchers». Flight Global. 8 de abril de 1998. Consultado em 14 de julho de 2024
  25. ↑ «Europe starts Vega development». Flight Global. 4 de março de 2003. Consultado em 14 de julho de 2024
  26. ↑ «Vega nears maiden flight». Flight Global. 25 de maio de 2004. Consultado em 14 de julho de 2024
  27. ↑ Thisdell, Dan (13 de fevereiro de 2012). «Vega maiden launch goes to plan». Flight Global. Consultado em 14 de julho de 2024
  28. ↑ Thisdell, Dan (22 de fevereiro de 2012). «Success of Vega rocket flight boosts Avio profile». Flight Global. Consultado em 14 de julho de 2024
  29. ↑ «Vega — Performance». Arianespace
  30. ↑ «Access to space today and tomorrow: what does Europe need?». Space Daily. 26 de maio de 2003. Consultado em 24 de agosto de 2014
  31. ↑ «Europe takes key decisions to ensure the long-term viability of its launcher sector». Arianespace. 5 de fevereiro de 2004. Consultado em 24 de agosto de 2014. Arquivado do original em 12 de dezembro de 2010
  32. ↑ Soyuz from the Guiana Space Centre – User's manual (PDF) 2 ed. [S.l.]: Arianespace. Março de 2012. Consultado em 16 de dezembro de 2015. Cópia arquivada (PDF) em 22 de dezembro de 2015
  33. ↑ Clark, Stephen (21 de agosto de 2014). «Europe's Galileo navigation system set for expansion». Spaceflight Now. Consultado em 27 de agosto de 2014
  34. ↑ «Arianespace Launches First European Soyuz». Interspacenews.com. Consultado em 17 de dezembro de 2011
  35. ↑ «Arianespace's Soyuz order to cover market until 2019». Spaceflight Now. 7 de abril de 2014. Consultado em 24 de agosto de 2014
  36. ↑ «Arianespace Annual report 2013» (PDF). Arianespace. p. 10. Consultado em 24 de agosto de 2014. Arquivado do original (PDF) em 3 de setembro de 2014
  37. ↑ Wehner, Mike (23 de janeiro de 2019). «Mining on the moon could be a reality as early as 2025». New York Post. Consultado em 23 de janeiro de 2019
  38. 1 2 «Arianespace set the dates for its return to action». 29 de abril de 2020
  39. ↑ «ESA Approval Paves Way for Ariane 6, Vega-Contracts». spacenews.com. 17 de julho de 2015
  40. ↑ Robinson-Smith, Will (3 de setembro de 2024). «ESA targets Wednesday night for swan song launch of its Vega rocket». Spaceflight Now (em inglês). Consultado em 4 de setembro de 2024
  41. ↑ Parsonson, Andrew (8 de julho de 2024). «Could Avio's Finalized Split from Arianespace Offer an Opening for Competitors?». European Spaceflight (em inglês). Consultado em 4 de setembro de 2024
  42. 1 2 Richard (23 de junho de 2013). Singapore Satellite Industry Forum 2013 - Changing the Launch Game? (Vídeo). Cable and Satellite Broadcasting Association of Asia. Consultado em 14 de abril de 2018 – via YouTube
  43. 1 2 3 de Selding, Peter B. (20 de novembro de 2014). «Europe's Satellite Operators Urge Swift Development of Ariane 6». SpaceNews. Consultado em 21 de novembro de 2014. Arquivado do original em 21 de novembro de 2014. A Arianespace, sediada na França, reagiu pressionando seus fornecedores, dentro de certos limites. Os fabricantes do Ariane 5, porém, também são acionistas da Arianespace, o que limita seu poder de negociação com eles.
  44. ↑ Baudin, C. (agosto de 1995). «Un tableau historique du programme Ariane et des solutions juridiques». Agência Espacial Europeia. ESA Bulletin (em francês) (83). Consultado em 10 de setembro de 2026
  45. ↑ «Corporate information > Shareholders» (em inglês). Arianespace. 8 de setembro de 2008. Arquivado do original em 18 de setembro de 2008
  46. ↑ «Shareholders». Arianespace. Consultado em 14 de abril de 2018. Arquivado do original em 8 de outubro de 2014
  47. ↑ «Company profile – Repartition of Arianespace capital». Arianespace. Consultado em 25 de outubro de 2018
  48. ↑ Gallois, Dominique (10 de junho de 2015). «Le gouvernement privatise Arianespace» [Governo privatiza a Arianespace]. Le Monde (em francês). Consultado em 25 de outubro de 2018
  49. ↑ McCormick, John (2004). The European Union 3 ed. [S.l.]: Westview Press. p. 273. ISBN 978-0-8133-4202-3
  50. ↑ de Selding, Peter B. (25 de novembro de 2013). «SpaceX Challenge Has Arianespace Rethinking Pricing Policies». Space News. Consultado em 27 de novembro de 2013. Arquivado do original em 27 de novembro de 2013. O consórcio de lançamentos comerciais Arianespace informa aos clientes que está disposto a reduzir o preço dos voos de satélites mais leves no Ariane 5 em resposta à concorrência do foguete Falcon 9 da SpaceX.
  51. ↑ Ramli, David (19 de maio de 2015). «NBN launcher Arianespace to cut jobs and costs to fight SpaceX». Austrália. The Sydney Morning Herald
  52. ↑ Svitak, Amy (11 de fevereiro de 2014). «Arianespace To ESA: We Need Help». Aviation Week. Consultado em 21 de fevereiro de 2014. Arquivado do original em 21 de fevereiro de 2014
  53. ↑ «Arianespace nets four commercial launch contracts». 8 de setembro de 2014. Consultado em 9 de setembro de 2014
  54. ↑ «World Satellite Business Week 2014: A rich harvest of contracts for Arianespace» (Comunicado de imprensa). 8 de setembro de 2014. Consultado em 9 de setembro de 2014
  55. ↑ «Europe's Arianespace Claims 60% Of The Commercial Launch Market». Forbes. 9 de setembro de 2014. Consultado em 9 de setembro de 2014
  56. ↑ Wang, Brian. «After Four Years of Being Crushed by SpaceX, Europe Forms a Working Group». NextBigfuture. Consultado em 23 de março de 2021
  57. ↑ «Ariane 6 inaugural launch targeted for 9 July». www.esa.int (em inglês). Consultado em 16 de junho de 2024
  58. ↑ Patureau de Mirand, Antoine (julho de 2019). Ariane Next, a vision for a reusable cost-efficient European rocket (PDF). 8th European Conference for Aeronautics and Space Sciences. doi:10.13009/EUCASS2019-949. Consultado em 18 de agosto de 2021

Bibliografia

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  • Harvey, Brian (2003). Europe's Space Programme: To Ariane and Beyond (em inglês). [S.l.]: Springer Science & Business Media. ISBN 1-8523-3722-2