Lago Superior
Lago Superior | |
|---|---|
| Localização do lago Superior entre os Grandes Lagos. | |
| Localização | |
| Localização | América do Norte |
| País | Canadá, Estados Unidos |
| Localidades mais próximas | Duluth, Superior Thunder Bay, Marquette |
| Características | |
| Altitude | 183 m |
| Área * | 82414 km² |
| Comprimento máximo | 563 km |
| Largura máxima | 257 km |
| Perímetro * | 4385 km |
| Profundidade média | 147 m |
| Profundidade máxima | 406 m |
| Volume * | 12 100 km³ |
| Afluentes | Nipigon, St. Louis, Pigeon, Pic, White, Michipicoten, Kaministiquia |
| Efluentes | St. Marys |
| Ilhas | Isle Royale, Ilhas Apostle |
| * Os valores do perímetro, área e volume podem ser imprecisos devido às estimativas envolvidas, podendo não estar normalizadas. | |
O lago Superior é o maior dos cinco Grandes Lagos, e o maior lago de água doce do mundo em extensão territorial (e o terceiro em volume), detendo 10% da água doce superficial do mundo.[1] Localiza-se entre o Canadá (província de Ontário) e os Estados Unidos (estados de Michigan, Minnesota e Wisconsin).

Com uma área de 82 414 km², o lago Superior situa-se na área menos densamente habitada dos cinco Grandes Lagos. Cidades importantes no litoral do lago Superior são Sault Saint Marie e Thunder Bay, em Ontário, Sault Ste. Marie em Michigan, e Duluth, em Minnesota.[2]
Toponímia
[editar | editar código]

O nome do lago na língua ojíbua é gichi-gami (em silabário: ᑭᒋᑲᒥ, pronunciado gitchi-gami ou kitchi-gami em diferentes dialetos),[3] que significa "grande mar" ou "grande corpo d'água". O poeta Henry Wadsworth Longfellow grafou o nome como "Gitche Gumee" no poema épico A Canção de Hiawatha, grafia igualmente celebrizada pelo compositor Gordon Lightfoot na canção "The Wreck of the Edmund Fitzgerald" (1976).
Segundo outras fontes históricas, o nome completo em ojíbua é ᐅᒋᑉᐧᐁ ᑭᒋᑲᒥ Ojibwe Gichigami ("O Grande Mar dos Ojíbuas") ou ᐊᓂᐦᔑᓈᐯ ᑭᒋᑲᒥ Anishinaabe Gichigami ("O Grande Mar dos Anishinaabes").[4] O dicionário elaborado em 1853 pelo padre Frederic Baraga, a primeira obra lexicográfica da língua ojíbua, registra a forma Otchipwe-kitchi-gami.[3]
No século XVII, os primeiros exploradores franceses alcançaram a região através do rio Ottawa e do Lago Huron, referindo-se à sua descoberta como le lac supérieur ("o lago superior", indicando a sua posição altimétrica a montante do Lago Huron). Missionários jesuítas do mesmo período chegaram a nomeá-lo como Lac Tracy (em homenagem ao estadista Alexandre de Prouville de Tracy).[5] Após assumirem o controle da região na década de 1760 em decorrência da Guerra Franco-Indígena, os britânicos anglicizaram o termo francês para Lake Superior, "em razão de sua magnitude superior à de qualquer outro lago do vasto continente".[6]
Hidrografia
[editar | editar código]O Lago Superior deságua no Lago Huron por meio do rio St. Marys e das Eclusas de Soo (em Sault Ste. Marie). É o maior lago de água doce do mundo em área superficial e o terceiro maior em volume hídrico, superado apenas pelo Lago Baikal (na Sibéria) e pelo Lago Tanganica (na África Oriental). O Mar Cáspio, embora maior em extensão e volume, possui águas salobras.

O Lago Superior possui uma área superficial de 31 700 sq mi (82 000 km2),[9] extensão comparável à da Áustria ou do estado da Carolina do Sul. Apresenta um comprimento máximo de 350 mi (560 km) e uma largura máxima de 160 mi (260 km).[10] A sua profundidade média é de 147 metros (483 pés), atingindo uma profundidade máxima de 406 metros (1.333 pés).[9][10][11] O lago armazena um volume de aproximadamente 12.100 km3 (2.900 milhas cúbicas) de água,[9] quantidade suficiente para recobrir toda a massa continental das Américas sob uma lâmina de 30 cm (12 in) de água.[a] O perímetro costeiro totaliza 2 726 milhas (4 387 km), incluindo as margens insulares.[9] A bacia apresenta uma razão excepcionalmente baixa entre a área de drenagem e a superfície do espelho d'água (1,55), denotando reduzida influência continental direta.[12]
O limnologista norte-americano J. Val Klump foi a primeira pessoa a alcançar o ponto mais profundo do leito do Lago Superior, em 30 de julho de 1985, em missão de pesquisa científica com submersível tripulado. Situado a 223 metros (733 pés) abaixo do nível do mar, constitui a segunda depressão criptodepressional mais profunda do interior continental dos Estados Unidos e a terceira mais profunda da América do Norte, superada apenas pelo Grande Lago dos Escravos nos Territórios do Noroeste do Canadá (458 m abaixo do nível do mar) e pelo Lago Iliamna no Alasca (287 m abaixo do nível do mar). (Embora o Lago Crater seja o lago mais profundo dos Estados Unidos, sua superfície situa-se em cota altimétrica elevada, ficando seu fundo bem acima do nível do mar).
Enquanto a temperatura superficial do lago oscila sazonalmente, a coluna d'água abaixo de 200 metros mantém-se em uma temperatura quase constante de 4 °C (39 °F). Essa variação confere ao lago uma estratificação térmica sazonal. Duas vezes ao ano, a coluna atinge uma temperatura homogênea de 4 °C (39 °F) do topo ao fundo, promovendo uma mistura hidrológica vertical completa. Essa dinâmica classifica o Lago Superior como um lago dimítico. Em virtude de seu grande volume, o tempo de residência da água no lago é estimado em 191 anos.[13][14]
Grandes tempestades de outono e inverno produzem rotineiramente ondas com alturas superiores a 20 ft (6,1 m) no lago,[15] havendo registros pontuais de ondas que ultrapassaram 30 ft (9 m) de altura.[16]
Afluentes
[editar | editar código]
O Lago Superior é alimentado por mais de 200 rios e cursos d'água tributários, entre os quais destacam-se o rio Nipigon, o rio St. Louis, o rio Pigeon, o rio Pic, o rio White, o rio Michipicoten, o rio Bois Brule e o rio Kaministiquia. O seu escoamento natural através do rio St. Marys apresenta um desnível com corredeiras. As Eclusas de Soo permitem que navios cargueiros transponham esse obstáculo e superem o desnível de 25 ft (8 m) existente entre as cotas dos lagos Superior e Huron.
Níveis de água
[editar | editar código]
A superfície lacustre encontra-se a uma altitude média de 600 ft (183 m) acima do nível do mar.[10][13] Até cerca de 1887, o escoamento hídrico natural dava-se exclusivamente pelas corredeiras do rio St. Marys. A partir de 1921, obras de infraestrutura para navegação e geração hidrelétrica instalaram comportas, eclusas e canais de derivação que cobriram as corredeiras originais. A estrutura reguladora central é conhecida como *Compensating Works* e opera segundo as diretrizes técnicas do Plano 1977-A. A gestão das cotas e dos desvios hídricos a partir da bacia da Baía de Hudson é supervisionada pelo Conselho Internacional de Controle do Lago Superior, instituído em 1914 pela Comissão Mista Internacional.
Em setembro de 2007, o Lago Superior registrou um recorde histórico de nível baixo, ligeiramente inferior à marca anterior de 1926.[17] As cotas recuperaram-se nos meses e anos seguintes.[18]
As oscilações sazonais atingem seus pontos culminantes habitualmente em outubro e novembro, e os níveis mínimos em março e abril. Nos anos de 2019 e 2020, o lago registrou sucessivos recordes de cotas máximas em quase todos os meses.[19]
Mudanças climáticas
[editar | editar código]Estudos conduzidos por pesquisadores da Universidade de Minnesota em Duluth indicam que a temperatura das águas do Lago Superior tem se elevado em ritmo acelerado.[20] As temperaturas estivais de superfície aumentaram cerca de 2,5 °C (4,5 °F) entre 1979 e 2007, superando o aquecimento médio do ar circundante. Esse fenômeno correlaciona-se com a diminuição da cobertura sazonal de gelo, permitindo maior absorção de radiação solar pela massa líquida.[21][22]
Não obstante a tendência de longo prazo, invernos rigorosos continuam a registrar congelamentos extensos: em março de 2014, a cobertura de gelo nos Grandes Lagos atingiu 92,5%, e em 2019 o Lago Superior alcançou 95% de sua superfície congelada.[23][24]
Geografia
[editar | editar código]
A maior ilha do Lago Superior é a Ilha Royale (Isle Royale), pertencente ao estado de Michigan, a qual abriga diversos lagos interiores menores que contêm, por sua vez, pequenas ilhotas. Outras ilhas de destaque incluem a Ilha Madeline (Wisconsin), a Ilha Michipicoten (Ontário) e a Grand Island (Michigan).
Os principais centros urbanos situados nas margens do lago abrangem os portos gêmeos de Duluth (Minnesota) e Superior (Wisconsin); Thunder Bay (Ontário); Marquette (Michigan); e as cidades contíguas de Sault Ste. Marie (Michigan) e Sault Ste. Marie (Ontário). O polo portuário de Duluth-Superior, no extremo oeste, configura o terminal navegável mais interior da Via Marítima do São Lourenço e o porto mais distante do oceano em todo o mundo.
Entre as áreas de preservação ambiental e pontos de interesse paisagístico destacam-se o Parque Nacional de Isle Royale, a Apostle Islands National Lakeshore, a estrada cênica de Brockway Mountain Drive na Península de Keweenaw, o Parque Nacional Pukaskwa, o Parque Provincial Lake Superior, o Pictured Rocks National Lakeshore e o monumento natural do Sleeping Giant. A rota rodoviária do Great Lakes Circle Tour circunda todo o lago e interliga-o aos demais corpos hídricos da bacia.[25]
Clima
[editar | editar código]A imensa massa de água do Lago Superior exerce um efeito moderador sobre o clima continental úmido da região.[26] A inércia térmica do espelho d'água atenua as temperaturas do ar no verão (gerando brisas lacustres refrescantes) e no início do inverno, funcionando como gerador de eventos intensos de neve de efeito lago. As serras e formações de planalto que emolduram a orla retêm umidade atmosférica e nevoeiros frequentes, particularmente durante os meses de outono.
Geologia
[editar | editar código]
As formações rochosas da margem setentrional do Lago Superior remontam aos primórdios da história geológica da Terra. Durante o Pré-Cambriano (entre 4,5 bilhões e 540 milhões de anos atrás), intrusões de magma formaram os granitos do Escudo Canadense.[27] A orogenia Penokeana, integrante do processo que moldou a zona tectônica dos Grandes Lagos, propiciou a concentração de expressivas jazidas minerais. A bacia circundante é rica em depósitos metálicos de cobre, ferro, prata, ouro e níquel, com minas célebres na Península de Keweenaw (cobre nativo), na Cadeia de Gogebic (minério de ferro), em Silver Islet (prata) e no complexo minerador de Hemlo (ouro).
As antigas cadeias montanhosas sofreram erosão contínua, depositando camadas sedimentares que se consolidaram em calcário, dolomito, taconita e folhelhos observáveis nas Cataratas de Kakabeka. A crosta continental sofreu posteriormente distensão e fraturamento tectônico no Mesoproterozoico, formando o Rifte Médio-Continental (uma das fossas tectônicas mais profundas do planeta).[28] Intrusões magmáticas formaram soleiras de diabásio (sills) que protegeram os estratos sedimentares subjacentes, gerando as mesas e relevos tabulares de Thunder Bay. Em cavidades vulcânicas formaram-se geodos de ametista, explorados comercialmente na província de Ontário.[29]

Derrames vulcânicos preencheram a fossa com espessas camadas de basalto negro, visíveis na Ilha Michipicoten, na península de Black Bay, na Ilha de St. Ignace e em Isle Royale.[30]
Na história geológica recente, durante o recuo da glaciação de Wisconsin há 10.000 anos, uma calota de gelo de até 1,25 mi (2,01 km) de espessura esculpiu os contornos do relevo regional. As águas de degelo glacial acumularam-se na bacia dando origem ao Lago Glacial Minong, estágio paleohidrológico precursor do Lago Superior.[31] A descompressão glacioisostática gerou o ajuste pós-glacial da crosta, estabelecendo o canal de drenagem em Sault Ste. Marie através do rio St. Marys.
História
[editar | editar código]
Os primeiros grupos humanos estabeleceram-se na bacia há cerca de 10.000 anos, após a retração das geleiras do último período glacial. Associados à tradição cultural Plano, esses caçadores-coletores utilizavam lanças com pontas líticas para abater caribus ao longo das margens do Lago Minong. Por volta de 5000 a.C., populações do período Arcaico do Escudo desenvolveram canoas de tronco, técnicas de pesca, armamentos de caça e foram pioneiras na mineração e forjamento a frio do cobre nativo (Complexo do Cobre Antigo), estabelecendo extensas redes de escambo.[32] Grupos do complexo arqueológico Laurel (c. 500 a.C. a 500 d.C.) introduziram redes de arrasto para pesca fluvial nos rios Pic e Michipicoten. Povos da fase Silvícola Terminal (900 a 1650 d.C.) desenvolveram canoas de casca de bétula, raquetes de neve e moradias cupulares, deixando vestígios nos sítios de Michipicoten e nos alinhamentos de pedras de Pukaskwa (Pukaskwa Pits).[32]

Os povos Anishinaabe (englobando os ojíbuas) habitam a região há mais de quinhentos anos, sucedendo a presença de nações dakotas, meskwakis (fox), menominees, nipigons e noquets. Com o contato europeu, os Anishinaabe assumiram o papel de intermediários no comércio de peles com os mercadores franceses, consolidando o domínio territorial regional após vitórias militares sobre os iroqueses e sioux no século XVII.[33]

No século XVIII, impulsionada pela demanda europeia por peles de castor, a Companhia da Baía de Hudson atuou na região, passando a concorrer a partir de 1783 com a Companhia do Noroeste. Esta última construiu postos e fortes estratégicos em Grand Portage, Fort William, Nipigon, rio Pic e Sault Ste. Marie, até que as duas companhias se fundiram sob a bandeira da Companhia da Baía de Hudson em 1821. No decorrer dos séculos XIX e XX, a mineração, a exploração madeireira e a indústria siderúrgica moldaram as cidades litorâneas, cedendo espaço contemporaneamente à expansão do ecoturismo e da navegação de lazer.
Navegação e transporte marítimo
[editar | editar código]
O Lago Superior constitui uma artéria estratégica da Via Navegável dos Grandes Lagos, propiciando o escoamento a granel de minério de ferro, grãos agrícolas, carvão e manufaturas industriais por meio de cargueiros especializados (*lake freighters* e navios de padrão *Seawaymax*). O transporte marítimo comercial teve início em 1847 com a introdução do barco a vapor Independence.[34][35] O tráfego de embarcações de grande porte costuma ser suspenso anualmente entre meados de janeiro e fins de março em decorrência do congelamento das rotas e eclusas.[36]
Naufrágios
[editar | editar código]O litoral sul do Lago Superior compreendido entre Grand Marais e o Cabo Whitefish é historicamente conhecido como o "Cemitério dos Grandes Lagos" (Graveyard of the Great Lakes), concentrando a maior densidade de naufrágios catalogados do lago.[37] As áreas submersas encontram-se sob proteção da Reserva Subaquática de Whitefish Point. Tempestades severas provocaram perdas maciças de embarcações, destacando-se a Tempestade de Mataafa em novembro de 1905 e a célebre Tempestade de 1913 nos Grandes Lagos.
Em agosto de 2007, foram localizados os destroços do SS Cyprus, um graneleiro de 420 ft (130 m) que naufragou em 11 de outubro de 1907 a 140 metros de profundidade durante sua segunda viagem comercial.[38] Em 1918, no encerramento da Primeira Guerra Mundial, os caça-minas da marinha francesa Inkerman e Cerisoles desapareceram durante uma tempestade ao colidirem com os baixios não mapeados de Superior Shoal, vitimando 78 marinheiros (o maior desastre em número de fatalidades da história do lago).
O cargueiro SS Edmund Fitzgerald foi o último grande navio comercial a naufragar nas águas do lago, em 10 de novembro de 1975, a cerca de 28 quilômetros de Whitefish Point durante uma tempestade violenta. O evento causou a morte de todos os 29 tripulantes e foi imortalizado na composição musical de Gordon Lightfoot. A embarcação, de 729 ft (222 m) de comprimento, partiu-se ao meio sob o impacto das ondas e repousa a uma profundidade de 160 metros (530 pés).
Em razão das águas permanentemente frias do lago (mantidas próximas de 2 °C a 4 °C nas camadas profundas), a proliferação de bactérias responsáveis pela decomposição cadavérica é inibida, impedindo a geração de gases que fariam os corpos submergidos flutuarem à superfície.[39]
Em fevereiro de 2024, pesquisadores localizaram os destroços do navio a vapor SS Arlington, naufragado em 1940 a grande profundidade.[40]
Ecologia
[editar | editar código]

Mais de 80 espécies de peixes habitam as águas do Lago Superior. Entre as espécies autóctones destacam-se a truta-lacustre (Salvelinus namaycush), o coregono-branco, a truta-das-fontes (Salvelinus fontinalis), o esturjão-do-lago (Acipenser fulvescens), a lota (Lota lota), o lúcio-do-norte (Esox lucius) e o sander (Sander vitreus). Diversas espécies exóticas foram introduzidas de forma intencional ou acidental, incluindo o salmão-do-atlântico, o salmão-chinook, a truta-arco-íris, a carpa-comum, o góbio-redondo e a parasita lampreia-marinha (Petromyzon marinus).[41][42][43]
O Lago Superior apresenta baixas concentrações de nutrientes dissolvidos em proporção ao seu grande volume hídrico, sendo classificado ecologicamente como um lago oligotrófico. Esse aspecto resulta do solo pouco espesso e da reduzida cobertura agrícola de sua bacia.[13] Todavia, as concentrações de nitratos vêm sofrendo elevação contínua há mais de um século em decorrência de alterações antrópicas no ciclo biogeoquímico regional do nitrogênio.[44]
Ver também
[editar | editar código]Notas
[editar | editar código]- ↑ A América do Norte (24,7 milhões de km²) e a América do Sul (17,8 milhões de km²) somam 42,6 milhões de km². O volume do Lago Superior (12.100 km³) distribuído sobre essa área corresponde a uma profundidade uniforme de 0,282 m.
Referências
[editar | editar código]- ↑ Bencomo, Phil (6 de outubro de 2015). «Just How Big is Lake Superior?». Lake Superior Magazine (em inglês). Consultado em 10 de novembro de 2023
- ↑ «Superior Facts | Minnesota Sea Grant». web.archive.org. 21 de julho de 2017. Consultado em 10 de novembro de 2023
- 1 2 «Kitchi-Gami Almanac: The Name». LakeSuperior.com. 1 de janeiro de 2006
- ↑ Chisholm, Barbara; Gutsche, Andrea (1998). Under the Shadow of the Gods: A Guide to the History of the Canadian Shore of Lake Superior 1.ª ed. [S.l.]: Transcontinental Printing
- ↑ «Great Lakes Atlas». Environment Canada and United States Environmental Protection Agency. 1995. Cópia arquivada em 25 de outubro de 2012
- ↑ Stewart, George R. (1945). «Names on the Land, A Historical Account of Place-Naming in the United States». Geographical Review. 35 (4): 83. Bibcode:1945GeoRv..35..659P. JSTOR 210804. doi:10.2307/210804
- ↑ Great Lakes Environmental Research Laboratory. «About Our Great Lakes: Tour». National Oceanic and Atmospheric Administration. Consultado em 15 de dezembro de 2017. Cópia arquivada em 7 de maio de 2017
- ↑ National Geophysical Data Center (1999). «Bathymetry of Lake Superior». National Oceanic and Atmospheric Administration. Consultado em 23 de março de 2015
- 1 2 3 4 «Great Lakes: Basic Information: Physical Facts». United States Environmental Protection Agency. 25 de maio de 2011. Consultado em 9 de novembro de 2011. Cópia arquivada em 29 de outubro de 2010
- 1 2 3 «Great Lakes Atlas: Factsheet #1». United States Environmental Protection Agency. 11 de abril de 2011. Consultado em 10 de novembro de 2011. Cópia arquivada em 5 de agosto de 2012
- ↑ Wright, John W., ed. (2006). The New York Times Almanac 2007 ed. Nova Iorque: Penguin Books. p. 64. ISBN 0-14-303820-6
- ↑ Urban, N. R. (2005). «Carbon cycling in Lake Superior». Journal of Geophysical Research (em inglês). 110 (C6): C06S90. Bibcode:2005JGRC..110.6S90U. ISSN 0148-0227. doi:10.1029/2003JC002230

- 1 2 3 Minnesota Sea Grant. «Lake Superior». University of Minnesota. Consultado em 9 de agosto de 2007. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2007
- ↑ Minnesota Sea Grant (15 de outubro de 2014). «Lake Superior's Natural Processes». University of Minnesota. Consultado em 17 de novembro de 2015. Cópia arquivada em 22 de agosto de 2020
- ↑ «The Fall Storm Season». National Weather Service. Consultado em 18 de fevereiro de 2025. Cópia arquivada em 17 de novembro de 2005
- ↑ (Chisholm & Gutsche 1998, p. xiii).
- ↑ «Lake Superior Hits Record Lows». The Globe and Mail. Toronto. Associated Press. 1 de outubro de 2007. Consultado em 6 de outubro de 2007. Cópia arquivada em 10 de junho de 2008
- ↑ «Current Great Lakes Water Levels». Great Lakes Information Network. Consultado em 23 de outubro de 2007. Cópia arquivada em 20 de outubro de 2007
- ↑ Detroit District (fevereiro de 2021). Water Level Data. [S.l.]: United States Army Corps of Engineers
- ↑ Marshall, Jessica (30 de maio de 2007). «Global Warming Is Shrinking the Great Lakes». New Scientist. Consultado em 25 de setembro de 2007. Cópia arquivada em 13 de outubro de 2007
- ↑ «Lake Superior Warming Faster than Surrounding Climate»
. The Globe and Mail. Toronto. Associated Press. 4 de junho de 2007. Consultado em 25 de setembro de 2007. Cópia arquivada em 9 de abril de 2007 - ↑ «Statistics». coastwatch.glerl.noaa.gov. Consultado em 29 de julho de 2022
- ↑ «Extensive Great Lakes Ice Coverage to Limit Severe Weather, Pose Challenges to Shipping Industry». Accuweather.com. Consultado em 17 de novembro de 2015. Cópia arquivada em 1 de janeiro de 2016
- ↑ Meyers, John (16 de março de 2019). «After Achieving 95 Percent Coverage, Lake Superior's Ice Breaking Up». Pioneer Press (em inglês). Saint Paul, Minnesota. Forum News Service. Consultado em 4 de setembro de 2019
- ↑ «Great Lakes Circle Tour». Great-Lakes.net. Consultado em 17 de novembro de 2015. Cópia arquivada em 25 de julho de 2010
- ↑ Phillips, David W. (1978). «Environmental Climatology of Lake Superior». Journal of Great Lakes Research (em inglês). 4 (3–4). pp. 288–309. doi:10.1016/S0380-1330(78)72199-4
- ↑ Harris, Ann G. (1977). Geology of National Parks 2.ª ed. Dubuque, Iowa: Kendall Hunt. p. 200
- ↑ Linder, Douglas O. (2006). «'Simply Superior: The World's Greatest Lake' Lake Superior Facts». Law.umkc.edu. Consultado em 17 de novembro de 2015. Cópia arquivada em 5 de novembro de 2005
- ↑ «Ontario Amethyst: Ontario's Mineral Emblem». Ontario Ministry of Northern Development and Mines. Consultado em 4 de agosto de 2007. Cópia arquivada em 12 de agosto de 2007
- ↑ «Entablature Column Examples from Isle Royale». Michigan Institute of Tech, Geological and Mining Engineering and Sciences. Consultado em 29 de janeiro de 2026
- ↑ (Chisholm & Gutsche 1998, p. xv).
- 1 2 (Chisholm & Gutsche 1998, p. xvi).
- ↑ (Chisholm & Gutsche 1998, p. xvii).
- ↑ Palmer, Richard F. (1988). First Steamboat on the Great Lakes. [S.l.: s.n.] pp. 7–8
- ↑ Bowen, Dana Thomas (1953). Great Lakes Ships and Shipping. [S.l.]: Minnesota Historical Society. p. 9
- ↑ «Paul R. Treggurtha: Last Trip for the Tregurtha This Year». Duluth Shipping News. 12 de janeiro de 2015. Consultado em 21 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 20 de maio de 2020
- ↑ Stonehouse, Frederick (1998) [1985]. Lake Superior's Shipwreck Coast. Gwinn, Michigan: Avery Color Studios. p. 267. ISBN 0-932212-43-3
- ↑ «Century-Old Shipwreck Discovered: Ore Carrier Went Down in Lake Superior on Its Second Voyage». NBC News. Associated Press. 10 de setembro de 2007
- ↑ (Chisholm & Gutsche 1998, p. xxxiv).
- ↑ «Shipwreck hunters stunned by discovery at bottom of world's largest freshwater lake». The Independent. Consultado em 14 de fevereiro de 2024
- ↑ Goodier, John L. (1991). «Fish of Canadian Lake Superior: through the years, species by species». Institute for Environmental Studies, University of Toronto. doi:10.5281/zenodo.14996202
- ↑ Goodier, John L. (1995). «Fish Species in Canadian Lake Superior». Inland Seas. 51 (1): 32-48. doi:10.5281/zenodo.14996112
- ↑ Minnesota Sea Grant. «Lake Superior Fish Species». University of Minnesota. Consultado em 3 de junho de 2009
- ↑ Sterner, Robert W.; Anagnostou, Eleni; Brovold, Sandra; Bullerjahn, George S.; Finlay, Jacques C.; Kumar, Sanjeev; McKay, R. Michael L.; Sherrell, Robert M. (2007). «Increasing Stoichiometric Imbalance in North America's Largest Lake: Nitrification in Lake Superior» (PDF). Geophysical Research Letters. 34 (10). pp. L10406. Bibcode:2007GeoRL..3410406S. doi:10.1029/2006GL028861

Bibliografia
[editar | editar código]- Chisholm, Barbara; Gutsche, Andrea (1998). Under the Shadow of the Gods: A Guide to the History of the Canadian Shore of Lake Superior 1.ª ed. [S.l.]: Transcontinental Printing. ISBN 978-0-9698874-1-6
- Langston, Nancy (2017). Sustaining Lake Superior: An Extraordinary Lake in a Changing World. New Haven, Connecticut: Yale University Press. ISBN 978-0-300-21298-3
- Stonehouse, Frederick (1998). Lake Superior's Shipwreck Coast. Gwinn, Michigan: Avery Color Studios. ISBN 0-932212-43-3
- Wright, John W., ed. (2006). The New York Times Almanac 2007 ed. Nova Iorque: Penguin Books. ISBN 0-14-303820-6
Ligações externas
[editar | editar código]- Conselho Internacional de Controle do Lago Superior
- Atlas dos Grandes Lagos da EPA
- Laboratório de Pesquisas Ambientais dos Grandes Lagos (NOAA)


