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Phi Centauri

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φ Centauri
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoCentaurus
Asc. reta13h 58m 16,3s[1]
Declinação-42° 06′ 02,8″[1]
Magnitude aparente3,806[1]
Características
Tipo espectralB2IV[1]
Cor (U-B)-0,82[1]
Cor (B-V)-0,194[1]
Variabilidadeβ Cephei[2][3]
Astrometria
Velocidade radial5,30 km/s[1]
Mov. próprio (AR)-22,77 mas/a[1]
Mov. próprio (DEC)-20,13 mas/a[1]
Paralaxe6,21 ± 0,17 mas[1]
Distância530 ± 10 anos-luz
161 ± 4 pc
Magnitude absoluta-2,23 (visual)
−4,4 ± 0,4 (bolométrica)[2]
Detalhes
Massa8,0[2] M☉
Raio4,7[2] R☉
Gravidade superficiallog g = 4,0 cgs[3]
Luminosidade5 000[2] L☉
Temperatura21 000[3] K
Metalicidade[M/H] = 0,03 ± 0,11[4]
Rotaçãov sin i = 60 km/s[3]
Idade18,0 ± 3,2 milhões[5]
de Ga
Outras denominações
CD-41 8329, HR 5248, HD 121743, HIP 68245, SAO 224577.[1]
Localização
Phi Centauri

Phi Centauri (φ Cen, φ Centauri) é uma estrela na constelação de Centaurus. Tem uma magnitude aparente visual de 3,81,[1] sendo visível a olho nu exceto em locais com poluição luminosa excessiva. De acordo com sua paralaxe, está localizada a aproximadamente 530 anos-luz (161 parsecs) da Terra.[1]

É uma estrela subgigante de classe B com um tipo espectral de B2IV[1] e temperatura efetiva de cerca de 21 000 K,[3] portanto possui coloração azul-branca.[6] Possui uma massa equivalente a 8 vezes a massa solar, raio de 4,7 raios solares[2] e está brilhando com cerca de 5 000 vezes a luminosidade solar.[2] É uma estrela variável do tipo Beta Cephei, apresentando variações na magnitude causadas por pulsações da estrela.[2][3]

Phi Centauri tem um campo magnético com intensidade polar mínima de 900 G.[3] Pertence ao subgrupo Centaurus Superior-Lupus da associação Scorpius–Centaurus, a associação OB mais próxima do Sol.[7] Sua idade, determinada a partir de modelos evolucionários, é de 18 milhões de anos.[5] Não possui estrelas companheiras conhecidas.[8] Possui uma velocidade peculiar de 15,6 ± 1,6 km/s,[9] não sendo suficiente para ser considerada uma possível estrela fugitiva.[5]

Ver também

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Referências

  1. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 «SIMBAD query result - phi Cen». SIMBAD. Centre de Données astronomiques de Strasbourg. Consultado em 30 de setembro de 2016
  2. 1 2 3 4 5 6 7 8 Petit, V.; et al. (fevereiro de 2013). «A magnetic confinement versus rotation classification of massive-star magnetospheres». Monthly Notices of the Royal Astronomical Society. 429 (1). pp. 398–422. Bibcode:2013MNRAS.429..398P. doi:10.1093/mnras/sts344
  3. 1 2 3 4 5 6 7 Alecian, E.; et al. (julho de 2014). «Discovery of new magnetic early-B stars within the MiMeS HARPSpol survey». Astronomy & Astrophysics. 567. pp. id.A28, 19. Bibcode:2014A&A...567A..28A. doi:10.1051/0004-6361/201323286
  4. ↑ Fitzpatrick, E. L.; Massa, D (março de 2005). «Determining the Physical Properties of the B Stars. II. Calibration of Synthetic Photometry». The Astronomical Journal. 129 (3). pp. 1642–1662. Bibcode:2005AJ....129.1642F. doi:10.1086/427855
  5. 1 2 3 Tetzlaff, N.; Neuhäuser, R.; Hohle, M. M (janeiro de 2011). «A catalogue of young runaway Hipparcos stars within 3 kpc from the Sun». Monthly Notices of the Royal Astronomical Society. 410 (1). pp. 190–200. Bibcode:2011MNRAS.410..190T. doi:10.1111/j.1365-2966.2010.17434.x
  6. ↑ «The Colour of Stars». Australia Telescope, Outreach and Education. Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation. 21 de dezembro de 2004. Consultado em 30 de setembro de 2016
  7. ↑ Chen, Christine H.; Pecaut, Mark; Mamajek, Eric E.; Su, Kate Y. L.; Bitner, Martin (setembro de 2012). «A Spitzer MIPS Study of 2.5-2.0 M ⊙ Stars in Scorpius-Centaurus». The Astrophysical Journal. 756 (2). pp. artigo 133, 24. Bibcode:2012ApJ...756..133C. doi:10.1088/0004-637X/756/2/133
  8. ↑ Rizzuto, A. C; et al. (dezembro de 2013). «Long-baseline interferometric multiplicity survey of the Sco-Cen OB association». Monthly Notices of the Royal Astronomical Society. 436 (2). pp. 1694–1707. Bibcode:2013MNRAS.436.1694R. doi:10.1093/mnras/stt1690
  9. ↑ Bobylev, V. V.; Bajkova, A. T (agosto de 2013). «Galactic kinematics from a sample of young massive stars». Astronomy Letters. 39 (8). pp. 532–549. Bibcode:2013AstL...39..532B. doi:10.1134/S106377371308001X

Ligações externas

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